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Coronavírus (COVID-19): Dicas para todos, e também para viajantes, blogueiros e influenciadores

Olivia na praia de Cabo Frio
Nesse momento, evite sair de casa, evite aglomerações. Faça a sua parte!


Em tempo de Coronavírus (COVID-19), deixo aqui algumas dicas, Sou uma apaixonada por viagens, mas como blogueira/influenciadora e criadora de conteúdo, seria muita irresponsabilidade ignorar as recomendações e não respeitar as restrições necessárias neste momento, no mundo inteiro, por conta do novo coronavírus. Precisei cancelar viagens e a participação em eventos que seriam mostrados e comentados aqui. Mas o Olívia Garimpando por Aí não para. E, apesar de o melhor de viajar ser vivenciar um lugar, provar sua gastronomia, apreciar sua cultura e conhecer de perto sua gente, sugiro uma alternativa para "descansarmos" um pouco de tanta preocupação. A viagem nos reequilibra por nos afasta fisicamente (e mentalmente) do nosso dia a dia. Mas se não é possível entrar num avião, num trem, num navio, num ônibus, vamos nos transportar pela Internet mesmo, fazendo visitas virtuais a museus, por exemplo. Cultura nunca é demais.

Dicas de Canela e Gramado com crianças

Marta Paes em Canela e Gramado com as crianças
Marta Paes em Canela e Gramado com as crianças

Todas as dicas de Canela e Gramado com as crianças, afinal, eu sempre quis conhecer Canela e Gramado, e não resisti ao ler a série de posts do Mulheres Mundo Afora, publicada aqui no blog pela Olívia. Fiquei encantada com a viagem e não vejo a hora de voltar. Sim, Gramado e Canela são destinos que eu pretendo repetir com frequência. Simplesmente amei.

Maria Oiticica, a mulher por trás das biojóias




Tive o prazer de ouvir, e poder compartilhar aqui no blog, a bela história de amor da designer Maria Oiticica pelas cidades de Manaus e Rio de Janeiro. Quando pensei no nome "garimpando", tinha em mente não apenas contar as minhas experiências de viagens, mas de encontrar, e dividir com vocês, boas histórias. E a conversa com Maria Oiticica vem ao encontro dessa ideia. Espero que gostem! 



Maria Oiticica Biojóias
Maria Oiticica Biojóias


Entrevista com Maria Oiticica, a mulher por trás das biojóias

Você abriu seu primeiro atelier em Ipanema, em 2003. Antes disso, você trabalhava com o quê?

Maria Oiticica - Tudo começou a ganhar corpo quando ainda era menina, em Manaus, onde nasci e morei por muitos anos. Meu pai, que era um comerciante típico e tradicional da região, negociava alimentos nas comunidades ribeirinhas em troca de produtos extrativistas para revender na capital. A partir das sementes e dos frutos da floresta que ele levava para casa, como do tucumã, do açaí e da castanha (a castanha do Brasil ou do Pará, como é mais conhecida), passava meus dias “brincando de modelar” acessórios e roupas. Aos 19 anos, desembarquei no Rio, comecei a confeccionar bijuterias em casa e, na sequência, resolvi montar um atelier de costura. Mas a vida tornou a me levar de volta para Manaus, onde cursei a faculdade de Jornalismo e trabalhei na área de Comunicação. Em 2002, depois de perder um filho e insatisfeita com o meu trabalho, resolvi voltar para aquelas sementes e frutos da infância.


Tudo começou com uma pulseira que você criou para presentear uma amiga, foi isso?

Maria Oiticica - Sim. Sentia muita necessidade de preencher o vazio provocado pela minha perda. Já decidida a retornar ao Rio com meu marido, precisei presentear a curadora de um museu nos Estados Unidos. Como amazonense, fiz questão de dar algo que representasse minha região, mas acabei por não encontrar nada que me agradasse em termos de acabamento. Assim, resolvi comprar algumas sementes de jarina nas feiras de Manaus, além de fios naturais, ferragens e alicates, montei uma pulseira e mandei uma mensagem à curadora, falando sobre o material e sobre os cuidados necessários com a peça. Sem me dar conta, mudei o rumo da minha história. Com o restante dos materiais que havia sobrado daquela pulseira, desembarquei novamente no Rio, continuei a criação de outras peças, passei a pesquisar novas matérias-primas e pigmentos naturais – não só da Amazônia, mas também da Mata Atlântica e do Cerrado – e a vender o que produzia, em casa. A aceitação foi tão grande que precisei abrir um atelier fora de casa com apenas uma artesã assistente. Ao contratar uma segunda artesã assistente, a empresa precisou ser criada. Registrei-a com o nome de Tururi Artesanato Ltda., mas depois de uma matéria em O Globo, o nome Maria Oiticica prevaleceu e assim nasceu a Maria Oiticica Biojóias. Em 2006, esse trabalho inovador necessitou ganhar visibilidade e decidi apostar em um quiosque no Rio Sul.



Maria Oiticica Biojóias
Maria Oiticica Biojóias



Maria Oiticica e as jóias da nossa Amazônia

Todo o material que você usa vem de Manaus? 

Maria Oiticica
 - Não de Manaus, mas de diversas localidades da Amazônia – temos fornecedores no Acre, no Amazonas – além de regiões de Mata Atlântica e do Cerrado. Mas a grande maioria vem mesmo de Amazônia Brasileira.


E como funciona essa compra? Você mesma escolhe o material? Costuma ir a Manaus?

Maria Oiticica - Viajei muito para pesquisar materiais, buscar fornecedores, o que não é simples porque respeitamos os ciclos da floresta. Nada é retirado, arrancado da natureza. Utilizamos restos, cascas, fibras e sementes que já encerraram seus ciclos. Muitas das sementes como a da jarina, por exemplo, só é coletada numa época específica do ano, já que ela só é recolhida quando cai da palmeira, já na consistência que precisamos e sem função na natureza. Nossos fornecedores são núcleos familiares de artesãos, de catadores de sementes. Toda a nossa produção é sustentável e consciente.


Que materiais você usa?

Maria Oiticica - Sementes de palmeiras como a jarina, açaí, inajá, paxiúba e jupati; cascas que sobram pelo chão, como a flor do babaçu e do inajá, espata de palmeira.


Para você, qual a importância de usar matéria-prima da sua terra natal na confecção das joias?

Maria Oiticica - Acho que esse olhar foi sendo formatado com o passar do tempo. Hoje vejo que ele é muito legítimo, que ali está a minha infância, as memórias que tenho de Manaus, de meu pai, principalmente, que me contava histórias da floresta, que fez muitos amigos simples, que viviam em condições precárias como estes que hoje, de alguma forma, posso ajudar. Fico feliz por fazer minha pequenina parcela. São pessoas de um Brasil desconhecido, mas de uma dignidade e de um valor enormes. Quando pego numa semente para fazer uma peça sinto o cheiro da floresta.


São três lojas (aeroporto, Leblon e Ipanema) e presença em algumas multimarcas. Há planos de expandir?

Maria Oiticica - Temos hoje duas lojas, a do Shopping Leblon e a que fica no embarque internacional do Aeroporto Antônio Carlos Jobim, o Galeão. Em Ipanema, fica o nosso atelier, onde funciona a produção e a parte administrativa. Estamos abrindo uma loja em Búzios no dia 7 de dezembro, num lugar lindo que é o Porto da Barra. Fora isso, temos representantes no Brasil e no exterior, como a Casa Pau-Brasil, em Lisboa, em Cascais e em Comporta.


Fala-se muito em sustentabilidade, mas esse já era um compromisso seu bem antes de virar "moda". Como você avalia o mercado de joias hoje em relação à sustentabilidade?


Maria Oiticica - Eu já tinha uma cabeça sustentável sem saber, tinha essa preocupação com a preservação da natureza, com o equilíbrio do meio-ambiente e com a situação do povo da floresta. Não acredito que tenha virado moda, a maioria das pessoas, não apenas do mercado de joias, mas de todos os segmentos, estão se conscientizando que temos um compromisso com as futuras gerações, com o universo de uma forma geral. É a agenda do mundo inteiro. E, não por acaso, quem está pautando os adultos é a juventude, jovens que já entenderam a mensagem.


E como você descreveria seu amor pelo Rio e por Manaus?


Maria Oiticica - Manaus é minha origem, minha raiz, minha família e minha inspiração. O Rio de Janeiro foi paixão à primeira vista, onde me casei, tive meus filhos, fiz muitos amigos. Amo passear pelas ruas, sentir a cidade, caminhar pela orla ou pela Lagoa. Sou otimista e tenho esperança de que essa cidade volte a ser maravilhosa. Sou uma amazonense carioca. Minha obra tem os dois lados, a essência da floresta, a vida, a beleza natural. É orgânica. E o Rio contribui com o colorido, a alegria natural, a leveza.




Mais informações no Maria Oiticica.


Maria Oiticica Biojóias
Maria Oiticica Biojóias

Maria Oiticica, a primeira edição da nova parceria do blog 


Esse projeto foi uma parceria com o fotografo Alexandre Caipora, com quem trabalhei durante anos no Jornal O Globo. Atualmente, Caipora, como é mais conhecido, desenvolve um belíssimo trabalho autoral. Além da fotografia, ele desenvolve com o mesmo carinho, a produção de vídeos e sua edição.

Conheça mais do trabalho no site Caipora Fotografia.  
Siga o Caipora no Instagram: @caiporafotografia



Coffeetown Beneditinos - Uma cafeteria no Centro do Rio


Coffeetown Centro Rio
Coffeetown Centro Rio


Coffeetown Beneditinos no Centro do Rio, a cafeteria que chegou para abalar e ditar uma nova agenda na cidade. Se você, assim como eu, é um apaixonado por viagens, certamente é também um apaixonado por cafeterias e já visitou várias por todos os cantos do planeta.

Notícia ruim: O Rio e Janeiro é fraco nesse quesito.
Notícia boa: A inauguração do Coffeetown Centro chegou para mudar isso.


Pão de queijo do Coffeetown Centro Rio
Pão de queijo do Coffeetown Centro Rio

Coffeetown inaugura na Beneditinos, bem no Centro do Rio, uma nova cafeteria 


Instalada num antigo e espaçoso casarão, a proposta vai muito além de uma cafeteria. Café da manhã, brunch, almoço, lanche da tarde e happy hour, tudo isso num mesmo lugar.


Coffeetown Centro Rio
Coffeetown Centro Rio


Além disso, você encontrará diferentes espaços, preparados com muito carinho, onde poderá encontrar amigos, fazer uma reunião de negócios, ou simplesmente degustar as delícias, que são muitas.


Show do Suricato no Coffeetown Centro Rio
Show do Suricato no Coffeetown Centro Rio

A casa ainda conta com uma agenda de atrações musicais todos os dias, das 17h às 19h.


Carta de cafés no Coffeetown Centro Rio
Carta de cafés no Coffeetown Centro Rio

 O que mais você irá encontrar na Coffeetown Beneditinos, a nova cafeteria no Centro do Rio


Uma carta de cafés especiais

Um espaço de coworking

Chopp artesanal

Mercearia

Mais algumas opções do cardápio:

São 12 diferentes sabores de bolos tradicionais, como de fubá e cenoura com chocolate.


Bolos tradicionais no Coffeetown Centro Rio
Bolos tradicionais no Coffeetown Centro Rio



Além dos tradicionais, o cardápio conta com os american cakes.


Bolos americanos no Coffeetown Centro Rio
Bolos americanos no Coffeetown Centro Rio

Affogato: Expresso com duas bolas de sorvete.


Affogato no Coffeetown Centro Rio
Affogato no Coffeetown Centro Rio

Cookies

Brownie com sorvete

Irish coffee: Expresso com whisky, açúcar mascavo e chantilly.

Siphon: O café totalmente instagramável, o café feito no Siphon é o queridinho entre os cafés.


Coffeetown Centro Rio
Coffeetown Centro Rio

Coffeetown Beneditinos Centro Rio - mais informações:

Localização: Rua Beneditinos, 22

Horário de Funcionamento: Das 8h30 às 19h, de segunda a sexta. Sábado, até 14h

Instagram: @coffeetowncentrorio



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Mercure São José dos Campos Hotel é a melhor opção de hospedagem da cidade

recepção do Mercure São José dos Campos Hotel é a melhor opção de hospedagem da cidade
Mercure São José dos Campos Hotel


Mercure São José dos Campos é o hotel que eu recomendo na cidade, e sabe por quê? Porque ele tem o melhor atendimento que um hotel pode ter.

Toda vez que eu tenho que fazer um post sobre um hotel no qual me hospedei, me pego numa encruzilhada, afinal não vou escrever nada muito diferente de tudo o que já foi dito. Mas dessa vez eu tenho esse diferencial. Os funcionários do Mercure São José dos Campos são tão tão tão simpáticos e dispostos, realmente, a oferecerem uma estadia agradável, que é impossível não falar sobre esse hotel com um carinho especial.

Castelinho Caracol - mais uma dica do que em visitar em Canela, na Serra Gaúcha e conhecer um pouco de como era a vida dos imigrantes alemães

Castelinho Caracol, em Canela, na Serra Gaúcha
Castelinho Caracol, em Canela, na Serra Gaúcha


O Castelinho Caracol se orgulha de ser uma das primeiras residências do município de Canela. Foi construído no inicio do século XX, pelo casal Pedro Carlos Franzen e Luiza Sommer, que juntos tiveram seis filhos. Desde 1985, funciona como um museu com o objetivo de mostrar um pouco do modo de vida dos descendentes imigrantes alemães.


A viagem a Canela foi o primeiro destino do projeto Mulheres Mundo Afora, no qual eu e mais cinco blogueiras: Regina Oki, do Turista Full Tima; Julia Sampaio, do Fora da Toca; Ana Morize, do Viagens Bacanas; Denise Barreto, do Chicas Lokas; e Daniela Cascardo, do Viajando com Daniela Cascardo, contamos nossas experiências e incentivamos mulheres a viajarem. Você pode saber tudo sobre o projeto clicando no link: Canela - Primeiro Destino Projeto Mulheres Mundo Afora.

Durante a viagem a Canela, nos hospedamos no Hotel Serra Nevada, em Canela, onde normalmente os preços são melhores do que em Gramado. Como as duas cidades são muito próximas, você não terá nenhum problema em circular entre as duas cidades.

Le Jardin Parque de Lavanda em Gramado, na Serra Gaúcha

Le Jardin Parque de Lavanda em Gramado, na Serra Gaúcha
Le Jardin Parque de Lavanda em Gramado, na Serra Gaúcha

Le Jardin Parque de Lavanda em Gramado, na Serra Gaúcha, um jardim de flores e lavanda


Durante a estadia em Canela, na Serra Gaúcha, fizemos uma visita ao Le Jardim Parque de Lavanda. Pensei que se tratava de um lavandário, mas é muito mais do que isso. É um belo jardim de jardim de flores e lavanda.

O Le Jardin Parque de Lavanda, neste formato, nasceu em 2006. Antes era uma casa de campo, mas seus proprietários, o casal Jorgito e Patrícia, ambos apaixonados pelas flores, construíram um espaço tão bacana que resolveram compartilhá-lo com o público.

A viagem a Canela foi o primeiro destino do projeto Mulheres Mundo Afora, no qual eu e mais cinco blogueiras: Regina Oki, do Turista Full Tima; Julia Sampaio, do Fora da Toca; Ana Morize, do Viagens Bacanas; Denise Barreto, do Chicas Lokas; e Daniela Cascardo, do Viajando com Daniela Cascardo, contamos nossas experiências e incentivamos mulheres a viajarem. Você pode saber tudo sobre o projeto clicando no link: Canela - Primeiro Destino Projeto Mulheres Mundo Afora.