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Turismo Sustentável - Uma Reflexão Urgente

A fome no Planeta. Crédito: Pixabay (wjgomes)
A fome no Planeta                                 Crédito: Pixabay (wjgomes)



Os recursos naturais estão cada vez mais escassos. Estamos consumindo mais recursos naturais do que a capacidade que a Natureza tem de se regenerar. Muitos negócios não poderão continuar da maneira que são feitos hoje, precisarão ser repensados, e o turismo é um deles. Mas será que isso está claro para todo mundo que trabalha com turismo? Será que isso está claro para os turistas?


Desde que Greta Thunberg atravessou o oceano para soltar sua voz contra o descaso do Planeta com o aquecimento global, venho repensando sobre o assunto. Achei muito significativo uma menina tão jovem com tamanho engajamento, e comecei a refletir sobre o papel dos influenciadores e blogueiros de viagem. Até que ponto estamos realmente contribuindo? O Turismo é um mercado responsável pela sobrevivência de muitos destinos no mundo, sendo, em alguns casos, a única fonte de renda das pessoas que moram em determinados lugares. Mas será que isso está sendo feito da maneira correta e mais adequada? Quais as mudanças que precisam ser feitas?


Temos um longo caminho pela frente, mas se isso não for amplamente discutido por diferentes cadeias da produção do setor de Turismo (e de outros setores), só adiaremos ainda mais as possíveis soluções. E talvez chegue um momento em que seja tarde demais...


Energia no Planeta. Crédito: Pixabay (Alexas_Fotos)
Energia no Planeta                      Crédito: Pixabay (Alexas_Fotos)


Turismo, Sustentabilidade, Meio Ambiente, quais os primeiros passos?



Algumas informações se popularizaram, o que não quer dizer que tenham sido adotadas, como economizar água e energia. São hábitos que precisam ser mudados dentro da nossa casa e levado para outros níveis, como por exemplo, aos serviços de hotelaria. O lixo é outra questão importante. Estamos, realmente, tentando reduzi-lo? Temos cuidado de não poluir os lugares que visitamos em nossas viagens? Isso é, de fato, uma preocupação das pessoas? Se não é, deveria ser.


Muito se fala em energia sustentável, mas é algo acessível a todos?



Energia  sustentável no Planeta. Crédito: Pixabay (tookapic)
Energia  sustentável no Planeta              Crédito: Pixabay (tookapic)



Você já ouviu falar em ODS?



Vocês já ouviram falar dos ODS (objetivos de desenvolvimento sustentável). Eles foram aprovados por 193 países, com a intenção de transformar o mundo. São dezessete objetivos, que englobam 169 metas a serem cumpridas até 2030. Se você quiser saber mais, visite o site Nações Unidas. Abaixo darei apenas algumas pinceladas para que, a partir dessa discussão, possamos pensar no tema desse post e desse blog: Turismo, destino e experiências.


ODS 1

Acabar com a pobreza em todas as suas formas, retirando as pessoas que vivem na pobreza extrema, considerando pobreza extrema, aquelas que vivem com menos de U$1,25 por dia.


ODS 2


Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.


ODS 3

Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos e todas, em todas as idades.


ODS 4

Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos e todas.


ODS 5

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.


ODS 6

Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos e todas.


ODS 7

Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos e todas.


ODS 8

Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho descente para todos e todas.


ODS 9

Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação.


ODS 10

Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles.


ODS 11

Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.


ODS 12

Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis.


ODS 13

Tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos. Reconhecendo que a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) é o fórum internacional intergovernamental primário para negociar a resposta global à mudança do clima.


ODS 14

Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.


ODS 15

Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda da biodiversidade.


ODS 16

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.


ODS 17

Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.


Aquecimento no Planeta. Crédito: Pixabay (ArtTower)
Aquecimento no Planeta                  Crédito: Pixabay (ArtTower)



Quando você olha para esse lista de objetivos e pensa que a primeira meta é retirar pessoas da pobreza extrema e erradicar a fome, tudo o mais ganha um novo sentido. Perde sentido viver sem olhar o próximo. É necessário (e urgente) ter um novo olhar e nova postura como influenciadores e/ou /blogueiros de viagens. Como podemos ser verdadeiramente úteis ao Planeta e incentivar de maneira acertada, sem causar danos à Natureza e ao mesmo tempo contribuir com a agenda ODS?


Quais efetivamente são as ações mais urgentes?


Como e onde podemos aprender sobre cada ação do dia a dia e, especialmente, durante as viagens?



Viagens pelo Planeta. Crédito: Pixabay (JESHOOTS.com)
Viagens pelo Planeta                              Crédito: Pixabay (JESHOOTS.com)
   


Esse é um post cheio de perguntas das quais eu não tenho as respostas (ainda), mas que será daqui para a frente minha meta de vida, minha transformação pessoal, compromisso que adotarei como norte nas minha atitudes como cidadã e como influenciadora. Estudar, entrevistar, conversar com especialistas e com quem já adotou essas práticas em suas vidas e seus negócios, especialmente o Turismo.


Recentemente, vimos alguns destinos gritarem para o mundo que não queriam mais turistas, caso de Barcelona. Quando fui à Tailândia, visitei a famosa Maya Bay, uma praia que ficou famosa pelo filme "A Praia", com Leonardo DiCaprio. Depois de algum tempo, recebi a notícia que ela seria fechada aos turistas. Foi necessário antes que acabassem com a praia... 



Minha viagem pela Tailândia. Na foto Maya Bay
Minha viagem pela Tailândia. Na foto Maya Bay


Quero trazer esses temas à discussão para juntos transformamos o Planeta em algo melhor. Talvez seja utopia, mas acredito nessa capacidade e vou lutar por ela.

Veja essa matéria publicada no blog Popularizando Ciência, preparado carinhosamente por biólogos: Deixe as conchas na praia. Leia e reflita sobre como cada uma dessas pequenas ações que achamos que são inofensivas, contribuem negativamente no todo.

E se você tiver algum conhecimento que queria compartilhar comigo, não se acanhe. Vamos compartilhar conhecimento e contribuir com o Planeta.


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Conheça o site Turismo Virtual no Brasil, uma plataforma que oferece passeios virtuais guiados por profissionais de turismo


Que tal conhecer o Rio de Janeiro?
Que tal conhecer o Rio de Janeiro?



Conheça o Turismo Virtual no Brasil, um site criado pelos cariocas Carlos Eduardo Bueno, o Kadu, e Marco Antonio Viggiani, o Marcão. Ambos guias de turismo que trabalham na cidade do Rio de Janeiro e que viram seu negócio desaparecer, da noite para o dia, mas arregaçaram as mangas, tiraram uma antiga ideia do papel e criaram uma plataforma que oferece passeios virtuais guiados por profissionais de turismo.

O Mercado do Turismo Pós-Pandemia


Nova Iorque ou New York, a cidade que nunca para, parou
Nova Iorque ou New York, a cidade que nunca para, parou


Pensando sobre o mercado do turismo pós-pandemia, esse post produzido em parceria com Marta Paes, autora do Quem Coruja, minha amiga e sócia em vários projetos, tem como objetivo trazer algumas discussões e soluções propostas pelo mercado. Ela, casada e mãe de duas crianças, adora viajar com a família nas férias. Eu, divorciada, blogueira de viagem e influenciadora, costumo viajar sozinha, fazendo e encontrando amigos mundo a fora. Neste momento, nenhuma de nós sabe quando isso será possível novamente.


Meu projeto para 2020 era me tornar nômade digital. A ideia era viver em diferentes lugares, num período superior aos que normalmente fico durante uma viagem de férias ou para produção de um post para o blog. Marta, já estava com as férias de julho planejadas com a família. Planos adiados. Mas para quando?


Apesar da frustração de não poder viajar, que é uma das coisas que mais amo fazer, tenho conseguido aproveitar o isolamento forçado (e necessário) com muito aprendizado. Mais do que querer conhecer novos lugares e culturas, tenho me interessado em saber como posso contribuir para que esses lugares e culturas sejam preservados. Marta também não pode planejar a próxima viagem em família, mas embarcou comigo nesta procura por novos caminhos que sejam realmente possíveis para o turismo.


Como deverá ser o Turismo Pós-Pandemia?



Instintivamente ou intuitivamente, estou há algum tempo num caminho diferente da maioria das pessoas que conheço. Adoro viajar, mas me incomodo com a poluição causada pela malha aérea. Em todas as minhas viagens para a Europa, usei trem e ônibus para me deslocar de um país para outro. Na minha viagem pela Ásia, visitei Tailândia, Laos e Camboja, indo de um para outro sempre por via terrestre (só cheguei e sai de avião por Bangkok).


Outro hábito que cultivo é de viajar com pouca bagagem. Antes, era só para evitar transtorno de extravio ou de carregar o peso da mala por toda a viagem. Agora é também por princípio, já que quanto mais peso mais combustível é gasto... Será não teríamos todos de repensar, sair do campo do "eu" e pensar no coletivo, em todo o Planeta?


Por tudo isso, quero saber como contribuir cada vez mais para o turismo responsável e sustentável, comprometido com o planeta, com culturas locais, com a saúde de todos. E vou passar a publicar o que está sendo feito, repensado e esperado para o mercado do turismo pós-pandemia. Não as teorias baseadas em "achismos", mas as considerações de pessoas e entidades realmente envolvidas com o setor.


Pensando nisso tudo, conversamos com diferentes entidades do setor para nesse primeiro momento entender como as empresas estão repensando o Turismo na pós-pandemia. Hoje temos alguns países que já saíram do pico e estão reabrindo, mas muitas vezes dando alguns passos para a frente e depois voltando atrás nas decisões. e acredito que isso será realmente necessário por algum tempo.


O Turismo Pós-Pandemia segundo alguns setores do Turismo


Rio de Janeiro, um dos ícones do turismo no mundo:


Feira do Lavradio, Lapa, Rio de Janeiro
Feira do Lavradio, Lapa, Rio de Janeiro



Carlos Thiago Cesário Alvim - Polo Novo Rio Antigo


Conversamos com Thiago Alvim, presidente do Polo Novo Rio Antigo, uma das regiões mais importantes, frequentada por turistas do Brasil e do mundo, que chegam à cidade do Rio de Janeiro, criado em 2005, o Polo é um importante instrumento de revitalização do Centro Histórico da cidade do Rio de Janeiro. Reúne empresários e profissionais das áreas de cultura, lazer, gastronomia, turismo, comércio e serviço com o intuito de fortalecer o associativismo e promover o desenvolvimento das regiões da Cinelândia, Lapa, Rua do Lavradio, Praça Tiradentes e Largo de São Francisco.


Se você quiser conhecer um pouco mais sobre o Polo Novo Rio Antigo, confere aqui: https://www.oliviagarimpandoporai.com/2018/09/voce-conhece-a-historia-da-associacao-polo-novo-rio-antigo.html


Para Thiago Alvim, presidente do Polo Novo Rio Antigo, a retomada do setor de turismo se dará aos poucos, num movimento de dentro para fora, assim como eu imagino e proponho.


- Provavelmente, vai ser um turismo mais próximo no começo, daquelas pessoas que moram a 400 ou 500 Km do Rio. Numa segunda fase, turistas nacionais, vindos de outros estados brasileiros. Acredito que o turista internacional volte daqui a três ou quatro meses - avalia Thiago Alvim.


As medidas de higiene e todos os cuidados necessários para evitar o contágio de Covid-19 serão, segundo Thiago Alvim, muito importantes para criar um elo de confiança junto aos clientes. Para isso, ele destaca que bares e restaurantes precisam manter o distanciamento entre as mesas, e limite de público com ocupação máxima permitida entre 30% e 50%, além da obrigatoriedade de uso de álcool em gel e lavagem das mãos com frequência. Outras medidas que ele também acredita serem incorporadas são a higiene de solados e a medição de temperatura para liberar a entrada nos lugares.


Saindo um pouco do Rio de Janeiro, fomos conversar também com representantes do turismo em outros Estados:


Leonardo Seabra, Head de BI da Emprotur (Empresa Potiguar de Promoção Turística)

Os cuidados redobrados com a higiene também serão determinantes para uma retomada segura do turismo na visão de Leonardo Seabra, responsável pela promoção e fomento do turismo para o Rio Grande do Norte.


- Não gosto de investir muito na futurologia. O comportamento humano não é preciso como de outras variáveis e tudo depende de como as pessoas respondem. O que imagino é que haverão muitos protocolos de saúde a serem cumpridos durante toda experiência de viagem, desde o embarque no ponto de origem, a chegada, ao check-in no hotel, entrada nos atrativos. E como a experiência com as regras impostas pela segurança anti-terror mostrou, nós nos acostumamos. É uma mudança impositiva de certa forma - diz Leonardo, que acredita numa mudança de hábitos - Pela nossa experiência aqui e pelo que tenho observado em cidades, estados e até outros países, todos estão desenvolvendo protocolos sanitários para garantir a segurança e de uma forma que seja viável. Nesse cenário a adoção de tecnologias que diminuam o máximo possível de contato vai ser fundamental, como meios de pagamento contacless, check-in online, apps de roteirização que permitam o tracking do visitante para cruzamento de dados do sistema de saúde.


Para Leonardo, a recuperação do turismo passa pelo fortalecimento contra futuras crises, com desenvolvimento de produtos e serviços visando mais qualidade do que quantidade:


- Aquele modelo vigente até meses atrás já estava próximo de um colapso. Precisamos pensar em qualidade e capacidade de carga, em conexão real com o genius loci dos destinos, em respeito ao meio ambiente e a população autóctone. O Turismo precisa cair na real que não é uma atividade inofensiva. Pelo contrário, tem alto potencial para causar danos no tecido social e no meio-ambiente


O turismo ecológico, segundo ele, seria um exemplo de algo bom tanto para o mercado quanto para o planeta. Ainda assim, não considera algo fácil de ser promovido em pouco tempo.


- Temos aí uma janela de oportunidade para repensar todo modelo de turismo. Eu gostaria que sim, que servisse para colocarmos em prática nossas ambições de um turismo que preserve e respeite o planeta. Há pesquisas que indicam que as pessoas irão buscar lugares ao ar livre, natureza, etc. No entanto, isso não implica em preocupação com aspectos de proteção ambiental, sustentabilidade, etc. É um foco que continua sendo no "produto" que vai ser consumido. Essa iniciativa precisa partir do lado da oferta. Ademais, a história já mostrou em outras crises que na verdade o efeito é o inverso do desejado. A cada crise, emitimos mais CO2 que no período anterior a ela. Portanto, acho difícil que essa mudança de pensamento se dê em tão curto prazo - avalia.


Mesmo que ninguém saiba ao certo o que será do turismo pós-pandemia, é fácil concordar de que será diferente e deverá mesmo se esforçar para fazer diferença.


Não poderia faltar uma conversa com operadoras de turismo:


Jussara Kauffmann, da SoulTraveler


Com seis unidades no Brasil, a SoulTraveler começou apenas na América do Sul e hoje opera em qualquer lugar do mundo: http://soultraveler.com.br/


- Acho (e espero) que cada vez mais as pessoas vão querer saber se aquele passeio é sustentável, se o hotel tem políticas verdes etc. O overtourism é um problema em muitas cidades, que agora terão a chance de reiniciar praticamente do zero. Também acho que o turista cada vez mais se preocupa se o passeio que ele faz reverte positivamente para a comunidade local que ele está visitando, gerando renda, capacitação etc - diz Jussara Kauffmann, agente de viagem na SoulTraveler. 

Jussara entende que o turismo deve ser um dos últimos setores a se recuperar de toda a crise gerada pela pandemia de Covid-19, mas acredita na readaptação aos novos tempos.

- Definitivamente, hotéis, atrações, museus e etc. terão q seguir novos protocolos de higiene e receber menos pessoas. O foco agora é a higiene e reduzir o número de pessoas por vez. Na Itália, por exemplo, o meu receptivo cancelou todas as saídas de grupos até o fim do ano pois, com os novos protocolos exigidos, fica impossível operar uma excursão com muitas pessoas. Até mesmo um city tour não poderá operar em ônibus, apenas em van - conta Jussara, que também acredita que a retomada será feita por meio do turismo mais local. - Acho que no primeiro momento o caminho vai ser esse. As pessoas vão se deslocar a menores distâncias de carro e até explorar pontos turísticos da cidade em que moram. Recentemente, completei meu curso de guia local no Rio de Janeiro e posso afirmar que, pelo menos no Rio, a pessoa pode passar todos os fins de semana do ano conhecendo atrações diferentes.


E como fica o mercado das companhias aéreas?


Companhias aéreas e a pandemia do Coronavírus, como ficam?
Companhias aéreas e a pandemia do Coronavírus, como ficam?


Eduardo Sanovicz - Presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR)


"Turistar" mais perto de onde se reside parece mesmo ser um caminho esperado pelo setor. E é uma das apostas de Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).


- Viagens curtas são exatamente a forma inicial de se retomar a economia local por meio do Turismo. A segunda maneira bastante importante é procurar eventos que tragam pessoas desse entorno de duas horas e meia a três horas de cada destino. Eventos que podem ser tanto culturais, quanto associativos, técnicos e profissionais, fazendo com que as pessoas venham para os destinos e possam comprar, impactando o comércio, visitar recursos naturais, usufruir recursos culturais, possam se alimentar na gastronomia local. Mas nesse primeiro momento, mesmo a lazer ou a evento e trabalho, reafirmo que isso tudo vai se dar no entorno de duas horas e meia ou até três horas de carro ou de voo.


O turismo ecológico também é visto com bons olhos por Eduardo Sanovicz.


- O Turismo Ecológico pode se beneficiar de maneira bastante forte e grande. Creio que você estando em contato com a natureza e se afastando dos destinos cotidianos e da vida urbana, principalmente se estiver acompanhado, estabelecerá uma outra forma de encarar a vida cotidiana nesse novo momento pós-pandemia. Eu acredito que vamos procurar de uma maneira muito forte um retorno a ambientes onde tenha menos consumo e impactos ambientais. Portanto, o Turismo Ecológico é um dos setores que tende a crescer no pós-crise - avalia.


Mas a mudança mais significativa no turismo pós-pandemia, de acordo com o presidente da ABEAR, será a relação das pessoas com o tempo.


- Como uma parte importante da humanidade tem, agora, um sentimento de que tudo está parado e sendo revisto, a hora que voltarmos a viajar e desfrutar de destinos, seja por atrativos de natureza ou culturais, creio que vamos procurar enriquecer muito mais a forma pela qual nós vamos desfrutar cada um desses destinos. Por exemplo, esses pacotes onde você passa rápido por muitos lugares tendem a diminuir a favor de lugares que você pare mais, desfrute e se aprofunde mais, a fim de levar dali uma lembrança, uma memória importante - afirma.


No que diz respeito especificamente ao setor de aéreas, Eduardo explica como estão sendo cumpridas as demandas que o novo cenário exige.


- A aviação construiu um protocolo de segurança sanitária, sob orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que prevê um conjunto de procedimentos desde o momento em que as pessoas chegam no aeroporto até o desembarque. São medidas como o uso de máscara o tempo todo, ingresso no aeroporto só de quem vai viajar, check-in quase que de auto serviço, sem que você troque documentos e papéis com outra pessoa, o próprio despacho de sua bagagem, distanciamento social na fila, uso de máscara a bordo, filtro nas aeronaves que renova 99,7% do ar da cabine de passageiros a cada três minutos ligado o tempo todo, gerando um ambiente super seguro, restrição do serviço de bordo e mudança de procedimentos. Dessa forma, estamos procurando agora comunicar o público como esse procedimento se dá para que pessoas sintam segurança ao retomar a atividade de voar.


Apesar de todos os esforços, necessários e válidos, para a retomada do setor, Eduardo Sanovicz acredita que o momento pede certa resiliência.


- Todos nós estamos trabalhando nas várias pontas e partes que compõem a cadeia produtiva do Turismo. Temos que buscar energia aonde algumas vezes ela não existe mais para manter a operação funcionando, para manter os serviços e as pessoas, para rever uma série de costuras e projetos a fim de que a gente possa entregar um produto e um serviço de qualidade ao longo da crise, principalmente após ela. Reinvenção, ressignificação, readaptação são táticas e partes, são os instrumentos que utilizamos para a construção de um modelo de produto que se adapte ao processo de trabalho e, principalmente, às possibilidades que as pessoas trazem na alma quanto a consumir com segurança após a pandemia. Tudo isso vale para o Turismo, mas eu seria um pouco mais generoso em relação às palavras-chave: tudo o que agora nos levar à reflexão e revisão, sem nenhum tipo de preconceito, cabe no nosso cenário, especialmente compreender o quanto as pessoas estão cansadas e precisam de ambientes e propostas que as confortem. A busca pelo conforto é o grande objetivo para todo mundo neste momento.


Conversamos também com o setor de hotelaria

Selina Lapa no Rio de Janeiro
Selina Lapa no Rio de Janeiro


Giuliana Fonseca - Diretora Comercial da rede Selina no Brasil


Da mesma forma que o setor de transporte, o de hotelaria também precisará oferecer ainda mais serviços de qualidade no que diz respeito à limpeza e cuidados de higiene para os hóspedes, segundo Giuliana Fonseca, que ainda destaca a importância disso para ter a confiança do cliente:


- Neste momento de medo é importante mostrar todas as medidas de limpeza e segurança que estão sendo feitas para evitar o contágio. Nós, na Selina, criamos novos protocolos de higienização, além de fecharmos um contrato com a Ecolab, líder mundial em produtos de limpeza. Revimos nossos processos de check-in, checkout, uso das áreas comuns, reduzimos a ocupação de nossos espaços de Cowork e quartos compartilhados, e obviamente, a importância de ouvir nossos hóspedes e estarmos prontos para ajudá-los com o que precisarem.


Giuliana também considera importante a promoção do turismo local. 

 
- O momento que vivemos foi muito difícil e doloroso para o Brasil, e as pessoas precisam primeiramente se sentir seguras em voltar a sair de casa. Muitas pessoas podem querer conhecer o lugar em que vivem, ser turistas na própria cidade: curtir um day-use na piscina de um hotel bacana, fazer uma massagem num spa diferente, se hospedar em um hotel com um rooftop com uma vista bacana da cidade, e estas campanhas ajudam nesta divulgação, principalmente se mostrarem como estamos nos preparando para receber estes visitantes - diz Giuliana, para quem todos os setores relacionados ao turismo precisam estar ainda mais alinhados na pós-pandemia. - O turismo irá se reerguer e há diversas formas de se reinventar e se adaptar às mudanças que vêm pela frente, com criatividade e resiliência. Acho também que outra palavra do momento, e que não podemos deixar de lado, é colaboração. Entender como cada hotel, hostel, ou empresa pode ajudar a impulsionar o comércio local, trazendo benefícios para mais pessoas e empresas. Pensar em parcerias, ativações e formas de contribuir para a comunidade da qual faz parte.

Conheça algumas campanhas realizadas pela Rede Selina no Brasil: Campanhas Selina Brasil durante a pandemia


E o trabalho na promoção do Turismo continua, conversamos, claro, com um dos nossos afiliados


Paulo Zamboni - CEO e cofundador dos sites Seguros Promo e Passagens Promo, marcas da empresa 2XT Tecnologia.


A recuperação do setor de turismo também passa pela confiança no potencial do mercado. E é assim que Paulo Zamboni, CEO da Seguros Promo e Passagens Promo, vem norteando seu trabalho: 


- O turismo pós-pandemia contará com protocolos de segurança e saúde muito mais rigorosos. Nos aeroportos, por exemplo, já houve a instalação de adesivos de sinalização e orientação; além de avisos em áudio e vídeo nos sistemas de som e painéis de voos, e cartazes pelos terminais. Também já houve a redução do número de viajantes nos voos, sendo que as cias aéreas devem alocar os passageiros de maneira em que fiquem distantes uns dos outros.No que tange os destinos, vemos cidades recebendo o selo de Viagem Segura, em virtude das ações realizadas ao combate do covid-19. Esse selo tem o respaldo da OMT e de mais de 200 CEOs das principais empresas de Turismo do mundo e mostra que tais locais já estão preparados para receber turistas. As empresas devem ficar mais atentas quanto a segurança nos meios de transportes, hotéis, restaurantes, entre outros.


Para Zamboni, não é preciso cancelar, apenas adiar as viagens.


- Vivemos uma onda de cancelamentos neste setor, mas optar pelo crédito junto à empresa já é de grande ajuda. Além disso, planejar as suas viagens comprando passagens de avião e seguro viagem no Passagens Promo e no Seguros Promo com antecedência é um dos melhores caminhos. Estamos oferecendo muitas promoções de passagens aéreas e seguro viagem. O Passagens Promo e o Seguros Promo, por exemplo, possuem preços incríveis - afirma Zamboni, otimista com o reaquecimento do setor. - Estamos o tempo todo nos reorganizando e nos adequando a um novo modelo de trabalho. Mas temos a certeza que a retomada do turismo como um todo está próxima. As pessoas não vão deixar de querer viajar, essa vontade só foi um pouco adiada. Por enquanto, estamos a todo o vapor no Passagens Promo e no Seguros Promo para oferecer o melhor da tecnologia e a melhor experiência aos nossos clientes, além de preços imbatíveis.


E o que fazer quando a pandemia passar, o mercado do turismo espera por você



Durante a pandemia, criamos a campanha "efeito caracol", com uma proposta que se alinha bastante com tudo que foi dito, um turismo inicialmente pela sua cidade, seu estado, seu país e, num segundo momento, viagens internacionais, que você poderá conferir nos posts abaixo:







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Conheça as novas campanhas da rede Selina Brasil para atravessar a crise no setor hoteleiro provocada pela pandemia

Selina Lapa no Rio de Janeiro, Brasil
Selina Lapa no Rio de Janeiro, Brasil

E de repente surge uma pandemia que parou o Planeta e paralisou diferentes setores da economia, dentre eles o Turismo. O setor hoteleiro reina entre um dos mais fortemente atingidos. Como sobreviver a toda essa crise, manter suas estruturas, não demitir? Tenho acompanhado algumas iniciativas, parcerias e dentro de um quadro tão caótico, ver também nascer a solidariedade, a generosidade e a união de forças e esforços para atravessar esse duro momento. Campanhas reunindo diferentes redes estão se unindo em prol de um futuro melhor para todos.

Melhores lugares para viajar pelo Rio de Janeiro depois da pandemia - Segunda dica

Visite Guapimirim
Visite Guapimirim


Como eu já disse no post anterior, estamos vivendo um período muito difícil e inesperado. Quem imaginou que, em 2020, o Planeta seria freado por um vírus que viajou de tão longe, trazendo com ele muitas mortes, dúvidas e incertezas quanto ao futuro, especialmente para o Turismo, que foi uma das áreas mais afetadas?

Minha proposta para quando isso tudo passar: que tal fazer um movimento semelhante a de um caracol, começando de dentro para fora, apoiando seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país e então, num segundo momento, apostando em outros países?

Por que isso? Não sabemos como vai ficar o mundo, exigências poderão ser feitas pelos países para permitir a entrada de estrangeiros, dólar e euro nas alturas... Só depois de uma vacina que realmente imunize todos nós, teremos nossas vidas de volta, não como era antes, mas num mundo melhor e mais justo (tomara!). Se não aprendermos nada dessa lição, nada disso pelo qual estamos passando agora, fará algum sentido.

A campanha "Melhores lugares para viajar pelo (Rio de Janeiro) depois da pandemia" cresceu. Outros destinos já estão trabalhando no turismo local. Faça você também o seu papel e diga qual o melhor lugar para viajar perto de onde você vive, depois que isso tudo passar.

No primeiro post eu falei da região do Vale do Café e hoje eu vou falar de uma região belíssima, que se você ainda não conhece irá se surpreende: Guapimirim.

Melhores lugares para viajar pelo Rio de Janeiro depois da pandemia

Vassouras, no Vale do Café, um dos melhores lugares do Rio de Janeiro para você visitar
Vassouras, no Vale do Café, um dos melhores lugares do Rio de Janeiro para você visitar

Estamos vivendo um período muito difícil e inesperado. Quem imaginou que em 2020, o Planeta seria freado por um vírus que viajou de tão longe, trazendo com ele muitas mortes, dúvidas e incertezas quanto ao futuro, especialmente para o Turismo, que foi uma das áreas mais afetadas? 


Quando isso tudo passar, vamos fazer um movimento semelhante a de um caracol, começando de dentro para fora, apoiando seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país e então, num segundo momento, apostando em outros países, mostrando os "melhores lugares".


Até mesmo porque não sabemos como vai ficar o mundo depois disso, o dólar e o euro nas alturas, exigências poderão ser feitas pelos países para permitir a entrada de estrangeiros. E só depois de uma vacina que realmente imunize todos nós, teremos nossas vidas de volta, não como era antes, mas num mundo melhor e mais justo (tomara!). Se não aprendermos nada dessa lição, nada disso pelo qual estamos passando agora, fará algum sentido. 



uma escada em caracol
Vamos fazer um movimento semelhante a um caracol e vamos promover de dentro para fora, cada cantinho do nosso país!

E eu estou lançando a campanha "Melhores lugares para viajar pelo (Rio de Janeiro) depois da pandemia". Faça também seu papel e diga qual o melhor lugar para viajar perto de você, depois que isso tudo passar.

O blog "Viajar mais aos 50" também está impulsionando o turismo do seu estado, você pode acompanhar no post  “Melhores lugares para viajar pelo Mato Grosso depois da pandemia“ . Juntos, cada um fazendo a sua parte, teremos a retomada do  turismo no Brasil.

O melhor lugar para viajar pelo Rio de Janeiro depois da pandemia fica no Vale do Café


A região conhecida como Vale do Café fica localizada no Vale do Paraíba do Sul Fluminense, a cerca de 120 km da cidade do Rio de Janeiro, e é composta por 15 municípios.


Os municípios que fazem parte o Vale do Café são:
Vassouras, Valença, Rio das Flores, Barra do Piraí, Piraí, Engenheiro Paulo de Frontin, Mendes, Paty do Alferes, Miguel Pereira, Paraíba do Sul e alguns distritos como Ipiabas e Conservatória, que pertencem a Barra do Piraí e Valença.


Região de imenso valor histórico e cultural, o Vale do Café faz parte de um importante capítulo da época do Brasil Imperial, com histórias das quais nem sempre nos orgulhamos, mas que são fundamentais para a compreensão da nossa própria existência. Durante muitos anos, ficou conhecida como uma região falida, remanescente de uma sociedade escravocrata e que promoveu a derrubada maciça da mata atlântica para o plantio do café. Mas no século XIX, produziu 75% do café consumido no mundo, garantindo ao Brasil a condição de líder mundial na produção e exportação de produto. 

O ciclo do café foi de fundamental importância para a nossa economia, na época, trazendo enorme desenvolvimento, como a construção de ferrovias e iluminação pública. As fazendas históricas construídas na região são dessa época. Todas copiavam e importavam o luxo da Europa, principalmente da França. Até hoje, cerca de trinta dessas fazendas, ainda estão abertas à visitação.




Vassouras

Estive em Vassouras à convite, e me encatei pelas belezas da cidade, pelas heranças históricas, arquitetura e um povo para lá de acolhedor.

Estação Ferroviária de Vassouras
Estação Ferroviária de Vassouras

Nesse post eu fiz uma seleção de motivos para visitar a cidade, vou relacionar alguns para te deixar com água na boca e com vontade de clicar aqui do lado para saber mais sobre Vassouras.

1- A linda praça com muita história e o belíssimo chafariz, no Centro de Vassouras
2- Casarão - Fundação Cazuza
3- Fazendas Históricas 
4- Arquitetura
5- Museu Casa da Hera
6-  Andréia Pit - mais do que uma guia turística, um patrimônio de Vassouras


Quer saber mais sobre Vassouras, clique aqui.


Na ocasião eu me hospedei no Hotel Santa Amália.


Hotel Santa Amália, Vassouras
Hotel Santa Amália, Vassouras


E se você estiver procurando uma acomodação mais simples, minha sugestão é o Gramado da Serra Hotel

Gramado da Serra Hotel, Vassouras
Gramado da Serra Hotel, Vassouras


Fazenda Carvalheira

Uma outra sugestão que tive a oportunidade de conhecer recentemente, e recomendo, é a visita à  Fazenda Carvalheira. Na fazenda, você encontrará uma ampla área verde, restaurante, um passeio de trenzinho e um atendimento mais do que VIP com o Sr. Nelinho, proprietário da fazenda.


Cachaça União Carvalheira - Vassouras
Cachaça União Carvalheira - Vassouras


E para completar o passeio, é lá que é produzida, artesanalmente, a Cachaça União Carvalheira, desde 1979, confeccionada com fermento de milho, armazenada e envelhecida em tonéis de carvalho. Você encontrará cachaças com gosto de canela, banana, cravo e café, sendo essa última premiada.

Além da loja, onde são vendidas as bebidas de fabricação própria, você também poderá conhecer o alambique, saber detalhes de como tudo funciona e muitas histórias do Sr. Nelinho, especialmente de como tudo começou.

E para surpresa minha e de todos que visitam a fazenda, o Sr. Nelinho é um colecionador e guarda muitas pérolas na sua coleção. No acervo, esse carro, que ele mesmo construiu para um concurso de fantasias do Barril 1800, no carnaval de 1971. Ficou, claro, com o  primeiro lugar.


carro do batman
Carro do Batman, ganhou o primeiro lugar no concurso

Valença

Marquês de Valença ou simplesmente Valença, como é mais conhecida, é uma homenagem ao Vice-Rei de Portugal, Dom Fernando José, descendente dos nobres da cidade de Valença, em Portugal.

A natureza privilegiada é perfeita para os amantes do ecoturismo, que pode ser praticado no Parque Natural Municipal do Açude, na Serra da Concórdia e na Serra dos Mascates.


Cachoeira de Pentagna, Valença, Vale do Café. Rio de Janeiro
Cachoeira de Pentagna, Valença, Vale do Café. Rio de Janeiro


A cidade surpreende  também pela imensa quantidade de museus, são eles:


Museu Casa Léa Pentagna

Esse museu foi criado através do desejo deixado em testamento, por sua antiga moradora, Léa Pentagna, de criar a Fundação Cultural e Filantrópica Léa Pentagna. Uma casa em estilo neoclássico, com uma bela área verde nos fundos.

A casa está sempre à disposição para realização de palestras, cursos, exposições, apresentações  musicais e muitas outras atividades.

Visitas são realizadas aos sábados e domingos das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h.

A casa fica na Rua Vito Pentagna, 213, Centro
Contato: (24) 2453-4178.


Museu de Arte Sacra 

Reunindo peças do início do século XIX, o museu fica na Catedral de Nossa Senhora da Glória  e guarda um acervo bem interessante sobre a arte sacra da região.

O museu fica na Praça Padre Gomes Leal
Contato: (24) 2453-4042 ou 6054.


Museu Capitão Pitaluga

O museu faz uma homenagem aos pracinhas brasileiros que morreram durante a Segunda Guerra Mundial, possui peças originais e réplicas.

Entre os itens, destacam-se uma bandeira original da Alemanha, com a suástica, simbolo do nazismo e uniformes da época. Nos jardins, você encontrará alguns veículos usados durante a guerra.

O museu fica na Rua Comendador Antônio Jannuzzi, 415.

Além de museus, a cidade oferece muitas outras atrações, como cachoeiras e parques, e a Catedral de Nossa Senhora da Glória, com construção iniciada em 1820 e concluída cem anos depois.


Rio das Flores

Município de grande destaque na produção de café no século XIX, um lugar bem tranquilo, mas que guarda grandes momentos históricos, como o batizado de Santos Dumont na Matriz de Santa Tereza D'ávila e fazendas históricas como a do Paraízo e a União.

Para os amantes do ecoturismo, a cidade é cercada por cachoeiras, como a Cachoeira do Barreado e a Cachoeira do Amor.  A cachoeira São Leandro, infelizmente não permite o banho.

Uma lugar muito interessante para visitar é a Estação Ferroviária de Rio das Flores, de 1900, com tijolos vermelhos que foram inspirados nas construções inglesas.

Premiada com medalha de prata num concurso de cachaças no Rio de Janeiro, a Cachaçaria Werneck, criada em 2012, por Eli Werneck, um engenheiro apaixonado pela bebida, é um excelente programa para os apreciadores.

Mirante Boa Vista,  Rio das Flores, Vale do Café, Rio de Janeiro
Mirante Boa Vista,  Rio das Flores, Vale do Café, Rio de Janeiro

Eu adoro mirantes, acho um lugar perfeito, porque além da beleza, você consegue se situar na região e em todo seu entorno. Em Rio das Flores, você encontra o Mirante Boa Vista, de onde se tem uma visão de 360 graus da Serra das Abóboras e do Vale do Rio Preto.


Barra do Piraí

A cidade teve um papel fundamental no transporte do café que era produzido ao redor, nos municípios sede dos barões do café, Vassouras e Valença. Criada em 1864, a Estrada de Ferro D. Pedro II ligava a região à cidade portuária do Rio de Janeiro, facilitando assim o escoamento de café.

Barra do Piraí destacou-se então como entreposto comercial, recebendo cafés de várias cidades que eram enviados à capital do Brasil na época, o Rio de Janeiro.

Somente em 1871 novos ramais foram construídos, ligando então a região a São Paulo e Minas Gerais, formando assim o maior entroncamento ferroviário da América Latina. Viu quanta história guarda essa região? Nós, cariocas, precisamos conhecê-las. Aliás, por que não todos os brasileiros e estrangeiros?


Praça Nilo Peçanha, Barra do Piraí, Vale do Café, Rio de Janeiro
Praça Nilo Peçanha, Barra do Piraí, Vale do Café, Rio de Janeiro


Mais algumas das atrações da região:

Chafariz Carioca

Foi o primeiro sistema de abastecimento de água de Barra do Piraí, construído em 1884.


Casa da Princesa Isabel

Construída também em 1884, hospedou a Princesa Isabel, durante visita do Imperador D. Pedro II à cidade. É uma das primeiras construções de Barra do Piraí.


Santuário de Vida Silvestre da Serra da Concórdia

Mais uma opção para os amantes do ecoturismo. Como vocês podem perceber neste post, essa região é muita interessante para quem gosta de interação com a natureza e da prática de atividades ao ar livre.


Ponte Getúlio Vargas

Formada por cinco arcadas de 50 metros, por isso também conhecida como Ponte Metálica, foi construída na Bélgica e montada no fim do século XIX. Interessante como encontramos tesouros perdidos e pouco conhecidos.

E para finalizar, uma última sugestão que gostaria de deixar para a região é:

Hotel Fazenda Ribeirão

Infelizmente, não tive a oportunidade de me hospedar no hotel, mas tive a chance de passar um dia muito agradável e me encantei. Um excelente programa para casais, família ou até para quem está precisando de um momento de relax e descanso. A área ampla, permite que você opte por uma piscina mais animada ou um momento mais de introspecção.

Os quartos são divididos em cinco categorias e, certamente, terá uma ideal para você e sua família.

O hotel têm várias opções de lazer, como recreação, fazendinha, paintball, arco e flecha, mini bugre, lago, piscinas, sala infantil, curral, pesque & pague, esportes, fitness club, tirolesa, stand up paddle, bola aquática e salão de jogos.

Possui restaurantes na sede, no lago, o bar deck e o alambique.

Conversamos com a Andressa, a proprietária, junto com o seu marido, Ernani, e ela pessoalmente nos levou para conhecer o processo de fabricação da Cia Etílica Ribeirão.

Quer saber mais sobre o hotel, clique Hotel Fazenda Ribeirão.


Piraí

Cercado de terras férteis para o cultivo do café, o local chamou a atenção de três homens: Joaquim José de Souza Breves, seu irmão, José Joaquim de Souza Breves, e José Gonçalves Moraes. Joaquim José chegou a ser apelidado por Dom Pedro, como o "rei do café", por produzir cerca de 1,5% de toda a safra do país. Seu irmão foi o primeiro governante de Piraí.

Barão de Piraí, foi o título que José Gonçalves de Moraes, recebeu do Imperador. Hoje nome da principal rua da cidade.

Em Piraí fica localizada a Cachoeira dos Três saltos, com quase dez metros de altura e com três quedas, como diz o nome.

A Capela de Santa Cruz e São Benedito, construída em 1850, serviu como cemitério das vítimas da epidemia de cólera, em 1856. Qualquer semelhança com os dias atuais, não é mera coincidência, apenas fruto do que nós, humanos, estamos fazendo com a natureza. Espero, sinceramente, que nem essa ou nenhuma outra capela, seja usada novamente da mesma maneira.


Ponte Mata do Amador, Piraí, Vale do Café, Rio de Janeiro
Ponte Mata do Amador, Piraí, Vale do Café, Rio de Janeiro



Mais algumas atrações da cidade:

Ponte Mata do Amador

O cartão postal da cidade, construída em arcos sobre o Rio Piraí.


Casa de Cultura

Datada de 1916, a construção em estilo neoclássico foi recuperada e adaptada para ser uma Casa de Cultura com três galerias para exposições de arte e um memorial fixo da Virgínia Lane, que ficou famosa como a "vedete do Brasil".


Mais algumas dicas dos melhores lugares para viajar pelo Rio de Janeiro depois da pandemia



Engenheiro Paulo de Frontin

Quer apreciar as belezas da Mata Atlântica? Esse é o lugar!!
Tombado desde 1991 pelo INEPAC, onde fica a maior reserva de Mata Atlântica do Estado.

Nessa região também fica localizada a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, a mais antiga da região, localizada em Sacra Família do Tinguá.

Outros atrativos da cidade:

Pico do Lírio
Lago Azul
Castelo dos Riachos
Cachoeiras
e o Jardim Ecológico Uaná Etê, que eu já tive o prazer de visitar algumas vezes.

Conheça mais sobre o jardim nesse post que escrevi quanto fui conhecer A Festa das Luzes de Uaná Etê.


Mendes

O menor município do Estado do Rio de Janeiro. Mendes carrega o orgulho de ter sido classificado pela UNESCO como o quarto melhor clima do mundo.

Um dos lugares mais indicados para sentir esse clima, é o Mirante Boa Esperança, localizado a cerca de 4,5 Km do centro.

O Jequitibá do Sr. Tavinho, que permite visitas, com 23 metros de altura e cerca de 1300 anos, reforçam a qualidade do ambiente da cidade.


Estação Humberto Antunes, Mendes, Vale do Café, Rio de Janeiro
Estação Humberto Antunes, Mendes, Vale do Café, Rio de Janeiro


Mais atrações da região:

Estação Ferroviária Neri Ferreira

Eu sou uma apaixonada por estações ferroviárias, e, decididamente, não entendo como um país de tamanho continental como o nosso, não tem uma malha ferroviária espalhada em todos os cantos. Essa, de Mendes, um dos cartões postais da cidade, foi inaugurada em 1911.


Igreja Matriz de Santa Cruz

Construída em 1857, encanta pela sua simplicidade. Com vitrais em forma de círculo, que permite uma iluminação natural, uma cruz de bronze atrás do altar e quadros que retratam a via sacra.


Paty do Alferes

Os cavalos fazem parte do DNA de Paty, onde nasceram os cavalos Mangalarga Marchador, a principal raça do Brasil, na fazenda Mangalarga. Portanto, se você está à procura de um fim de semana de total contato com a natureza, Paty é o seu lugar.


Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, Paty do Alferes, Vale do Café, Rio de Janeiro
Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, Paty do Alferes, Vale do Café, Rio de Janeiro


Uma outra curiosidade sobre a região é que ela é a terra dos tomates. Você sabia que é possível ter uma experiência incrível, visitando e colhendo esses tomates direto do pé, em lindas e confortáveis instalações num processo que vai desde a muda até o empacotamento?


Miguel Pereira

Miguel Pereira é conhecida pela sua produção de flores passada de geração em geração. Dentre elas: orquídeas, bromélias, ervas aromáticas, saboaria artesanal, óleos essenciais.


Pórtico Abraham Medina, Miguel Pereira, Vale do Café, Rio de Janeiro
Pórtico Abraham Medina, Miguel Pereira, Vale do Café, Rio de Janeiro


Além da produção de perfumes, queijos, chocolates, cafés

Pela sua tradição em produção de flores, a cidade já foi chamada de cidade das rosas, pelo seu aroma.

Conhecida pelo esportes aeróbicos e o turismo familiar.


Paraíba do Sul

Um município que está muito ligado à história da Inconfidência e merece muita atenção, especialmente para aqueles que gostam de história. É no município que estão os restos mortais de Tiradentes, que por determinação da sentença de morte, foram expostas em frente à Fazenda Sebollas, local onde ele pregava a Independência do Brasil.

Sugiro uma visita ao Museu Tiradentes, que foi inaugurado em 1972 e ao Palácio Tiradentes, construído em 1956, onde hoje funciona a Câmara Municipal.


Praça Marquês de São João Marcos, Paraíba do Sul, Vale do Café, Rio de Janeiro
Praça Marquês de São João Marcos, Paraíba do Sul, Vale do Café, Rio de Janeiro


A Praça Marquês de São João Marcos é rodeada por palmeiras centenárias, um espetáculo que reúne todos aqueles que moram ou passeiam pela cidade.


Mais algumas atrações da cidade:

Palacete Barão Ribeiro de Sá

É onde hoje funciona o prédio da Prefeitura e conserva muitos aspectos da época. No passado, foi a residência do Barão de mesmo nome.


Igreja Matriz de São Pedro e São Paulo

De 1882, em estilo neoclássico, uma relíquia que merece ser visitada.


Ponte da Parahyba e Ponte Leopoldo Teixeira Leite

A primeira de 1857 e a segunda de 1898, são mais duas relíquias que representam o Brasil dessa época, com os barões, o café e as riquezas da região.


Ipiabas (distrito de Barra do Piraí)

Ipiabas vem se destacando no cenário gastronômico, musical e cultural. Com um calendário de eventos ao longo de todo o ano, recomendo muito que você conheça a região.


Algumas atrações da região:

Túnel da Rede Mineira de Viação 

Inaugurado em 1883, foi construído para facilitar o transporte no trecho Barra do Piraí-Ipiabas. A obra foi realizada por mãos de escravizados, que escavaram em uma rocha de 250 metros de altura.
Traz muita história de uma fase muito triste da nossa sociedade, mas que precisa ser contada para que nunca mais seja repetida.


Pedra do Gavião

Para os amantes do rapel, o paredão tem cerca de cem metros de altura. Para os menos ousados, oferece uma vista de 360 graus.


Cachoeira da Floresta, Ipiabas, Vale do Café, Rio de Janeiro
Cachoeira da Floresta, Ipiabas, Vale do Café, Rio de Janeiro


Cachoeira da Floresta

Duas quedas formadas pelo Rio das Flores que formam piscinas naturais.


Conservatória (distrito de Valença)

Inicialmente chamado de "Conservatória dos Índios", porque era o lugar onde os portugueses que iniciaram a colonização do lugar cadastravam os índios da região, chamados de Araris. O nome "conservatória", originário de Portugal, se refere a um tipo de cartório de registro das populações.

Quem nunca ouviu falar do "túnel que chora", cartão postal e entrada da cidade. Foi construído no século XIX por escravizados para dar passagem à linha férrea.

Hoje a região é conhecida como "a cidade das serestas". Nas fachadas das casas, você encontra uma plaquinha com o nome e a autoria de uma música, escolhida pelo morado, e nas noites das serestas, os cantores saem pelas ruas e param diante dessas placas e tocam as músicas que estão nelas, uma delícia de espetáculo.

A cidade é repleta de atrações imperdíveis, como o Cine Centímetro, que é uma réplica do famoso Cine Metro Tijuca, que funcionou entre 1941 e 1976, na Tijuca, na Praça Saens Peña, na cidade do Rio de Janeiro. Uma oportunidade de recordar a época dos cinemas de rua, e a visitação inclui exibição em película de antigos clipes e trailers da MGM.


Ponte dos Arcos, Conservatória, Vale do Café, Rio de Janeiro
Ponte dos Arcos, Conservatória, Vale do Café, Rio de Janeiro


A Casa de Cultura de Conservatória foi construída no século XIX e já pertenceu a grandes barões, com exposições temporárias e permanentes, um pequeno acervo de rádios e toca-discos, como um gramofone de 1910 e uma radio-vitrola de 1940.  Além de obras do artista Luiz Figueiredo.

Uma das atrações que eu mais gosto na região é a Serra da Beleza, cujo nome oficial é Serra da Taquara, mas o apelido faz jus e é mais adequado. Você certamente irá entender quando chegar lá. Também gosto muito da lendas em torno da região, que dizem que dali existe a chance de você observar seres de outros planetas. Infelizmente, não vi nenhum.

Essa é a campanha "Melhores lugares para viajar pelo ....(complete você mesmo).... depois da pandemia"

E essas são as minhas impressões dessa linda região, no Estado do Rio de Janeiro, recheada de belas paisagens e muita história, aproveite essa oportunidade para conhecer um pouco mais da sua cidade, do seu estado e do seu país. O Brasil precisa de você e o Turismo agradece.

Quer conhecer outros lugares incríveis para viajar pelo Rio de Janeiro depois da pandemia, confere essa outra dica: Guapimirim - Melhores Lugares Para Viajar Pelo Rio

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Você já ouviu falar do Jardim Uaná Etê? Se você, assim como eu, nunca tinha ouvido falar nesse lugar magnífico, você precisa corrigir essa falha e o mais rápido possível. Idealizado pela harpista Cristina Braga e seu marido também músico, Ricardo Medeiros, o jardim @uanaete está realizando a segunda edição da Festa das Luzes da Mata Atlântica, até o dia 14 de julho. Um espetáculo de luz, arte e música. IMPERDÍVEL!!!! Fomos recebidos em Vassouras pela melhor, a Andréia Pit, guia de turismo e turismóloga da Secretaria de Turismo, tudo isso com o apoio do Rodrigo, um carioca que hoje vive e ama a região. Ficamos hospedadas no @hotelsantaamalia, um hotel situado num local onde já foi um convento, muito charmoso, e com aquele toque de fazenda extremamente agradável. Almoçamos no @res_sabordovale aquela comidinha caseira e mineira. Sim, tem isso aqui em Vassouras. O Centro histórico remete aos jardins europeus e ainda tem o Centro Cultural Cazuza, porque aprendi que a história de vida dele passa por Vassouras. Descobri também que Vassouras já foi conhecida como a "Princesinha do Café". Conhecemos o Wilson Pretinho, grande compositor. Wanderson Farias, secretário do Turismo de Vassouras. Viajar é o meu maior prazer. Contar essas histórias e conhecer essas pessoas INCRÍVEIS. Obrigada a todas essas pessoas que fizeram essa viagem possível: Ana Morize do @viagensbacanas que descobriu essa festa e compartilhou comigo. @lucianadelamare do @setur_rj que me apresentou a Anaterra. @cristianononogueira também do @setur_rj e @turismorj que nos apoiou. Ao José Junior que também nos deu total apoio da @pmvassouras. E a minha grande companheira nessa viagem, Lilian Azevedo do @umasenhoraviagem. Obrigada pela parceria e pelas muitas risadas. #oliviagarimpandoporai #blog #sourbbv #vassouras #brasil #blogdeviagem #dicas #viajoteam #dicasdeviagem #travelblogger #riounico #centroculturalcazuza #turismorj #amoviajar #meudomviajante #andslikeifl
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Pousada e Hostel Trancoso Dream é a minha dica de hospedagem em Trancoso


Vá curtir Trancoso e se hospede no Pousada e Hostel Trancoso Dream
Vá curtir Trancoso e se hospede no Pousada e Hostel Trancoso Dream


Pousada e Hostel Trancoso Dream foi um excelente achado na minha última passagem por Trancoso. Além de todo o charme e conforto, que a pousada oferece, associado a muito estilo, a Poli é uma simpatia, e, sim, ela faz a diferença. Você sai de Trancoso com uma nova "best friend" e, com certeza, muitos motivos para voltar.