Vassouras – 10 motivos para visitar a cidade

10 motivos para visitar Vassouras
10 motivos para visitar Vassouras


Vassouras e os 10 motivos para você visitar essa cidade cheia de histórias



Além de contar os 10 motivos para visitar Vassouras, vou te fornecer histórias, curiosidades, beleza e uma fotografia de tirar o fôlego. Quando fui convidada para a Festa das Luzes em Uaná Etê, pesquisei sobre o parque e fiquei curiosa e encantada, mas confesso que não pesquisei sobre a cidade onde ficaria hospedada, Vassouras. Aliás, já fica aqui a dica de hospedagem nesse hotel que é uma graça, além de confortável, charmoso e também cheio de histórias 



10 motivos para visitar Vassouras, a linda praça com a sua imponente igreja
10 motivos para visitar Vassouras - A linda praça com a sua imponente igreja


Abaixo, a lista com os 10 motivos para você visitar essa cidade cheia de histórias, Vassouras


1- A linda praça com muita história e o belíssimo chafariz, no Centro de Vassouras


Durante o século XIX, Vassouras viveu o esplendor do café. A economia do Brasil foi sustentada pelo café dessa região, que utilizava a mão de obra dos escravizados.


10 motivos para visitar Vassouras. A bela igreja é uma delas
10 motivos para visitar Vassouras. A bela igreja é uma delas


Para sair do Vale do Paraíba Fluminense, o café tinha que passar pelo crivo da família Teixeira Leite. Quem não tivesse essa marca, tinha menos valor na corte.

Hoje é uma nova era, a região está na fase dos cafés especiais, não trabalham mais com quantidade e sim com qualidade.

O resgate histórico é feito por meio do turismo na região. Experiências e vivências que contam a história do café, do país e da região de Vassouras.

O Chafariz da praça

O passado histórico inclui, infelizmente, o sofrimento dos escravizados. O chafariz era uma das principais fontes de abastecimento da cidade e, por isso, um local de reunião de muitos negros, que levavam a aguá para os casarões. Os aguadeiros, como eram chamados, sabiam das fugas, das alforrias e de tudo que estava acontecendo na cidade em torno do chafariz.


10 motivos para visitar Vassouras. O belo chafariz da praça é um deles
10 motivos para visitar Vassouras. O belo chafariz da praça é um deles


2- Casarão - Fundação Cazuza

O casarão do século XIX passa, atualmente, por uma reforma. Construído por volta de 1845, levou de quatro a cinco anos para ficar pronto. O primeiro construtor vem de São João Del-rei, e ergue o imóvel que era considerado, na época, uma casa bem pequena, apesar dos 16 cômodos (os grandes casarões tinham de 25 a 30 cômodos). A construção foi vendida para o genro do Barão de Itambé, que morou na residência com sua esposa Maria Gabriela, prima de Eufrásio Teixeira Leite. Depois de quatro ou cinco anos, a casa foi sendo vendida sucessivamente até ser encorporada pela Prefeitura de Vassouras, na década de 70. Em 1972, durante a gestão do prefeito Renato Ibrahim, o Casarão passou pela primeira reforma, no primeiro piso, e passou a fazer parte central da cultura de Vassouras.


Centro Cultural Cazuza em Vassouras
Centro Cultural Cazuza em Vassouras

Foi lá que funcionou a primeira Casa de Cultura Presidente Tancredo Neves. Infelizmente, os cupins fizeram um belo trabalho na casa, que ficou fechada por seis anos.

Em 2017, Lucinha Araujo, mãe de Cazuza, pediu para restaurar o espaço. Com o investimento de 3 milhões de reais,  o casarão foi reaberto como Centro Cultural Cazuza.

Curiosidade: Por que o interesse de Lucinha na casa?

Lucinha Araujo nunca morou na casa, mas nasceu nesse mesmo Casarão, onde o patrimônio histórico e a história do próprio Cazuza estão de alguma maneira interligados.

A casa tem o pé direito bastante elevado, num padrão bem europeu, o neo-clássico. Suas portas e janelas bem grandes mantêm o clima dentro da casa mais agradável. O Brasil é um país com temperatura muito mais quente do que os países europeus e essa estratégia foi copiada com o objetivo de amenizar os males do calor. O ar quente sobe e o ar frio desce criando assim uma espécie de ar condicionado natural.

Alcova - quarto pequeno e desconfortável onde os visitantes ficavam hospedados e talvez até trancados, com um escravizado tomando conta, para que as damas da casa não fossem importunadas. Alguns dizem que os quartos eram mesmo trancados.

Na casa tem um piano que, acredita-se, foi o primeiro na cidade de Vassouras e em todo o Vale do Café. O instrumento é todo feito de madeira de jacarandá, com teclado de marfim. Ainda funciona, embora desafinado.

O primeiro piano na cidade de Vassouras


Além de todos esses objetos históricos, há outros que pertenceram a Cazuza. Como sou muito fã dele, fiquei bastante emocionada com algumas letras, que amo, rabiscadas pelo próprio Cazuza. Dentre as muitas boas surpresas que Vassouras me proporcionou, essa foi bem especial e emocionante.


Letra da música escrita pelo próprio Cazuza
Letra da música escrita pelo próprio Cazuza

Maria José Rangel de Araújo, avó paterna de Cazuza que morreu aos 100 anos, fundou em Vassouras o primeiro colégio aberto a negros e pobres, que ganhavam bolsas integrais para estudar. Ela se tornou uma das mulheres mais importantes na área educacional da cidade.

Parece que Vassouras e a família de Cazuza estavam mesmo interligados de todas as maneiras. Cazuza frequentou bastante a cidade para visitar sua avó, inclusive o apelido do cantor foi dado por ela e significa moleque levado. O verdadeiro nome de Cazuza, assim como o de Cartola, era Agenor.


Centro Cultural Cazuza em Vassouras


Um dos pontos mais emocionantes da visita é a Carta Aberta, escrita por Cazuza em 1988, após cuspir na bandeira do Brasil no show da Canção, no Canecão, num protesto aos ataques à Amazônia e aos índios. "O tempos não para!!!!"


Carta Aberta escrita por Cazuza em 1988
Carta Aberta escrita por Cazuza em 1988


Durante a visita ao Casarão, tive a oportunidade de conhecer Wilson Pretinho, compositor de jongo.


Wilson Pretinho, compositor de jongo
Wilson Pretinho, compositor de jongo


Também fui apresentada ao Secretário de Turismo de Vassouras, Wanderson Farias.


Lilian  Azevedo, do blog Uma Senhora Viagem, o Secretário de Turismo de Vassouras, Wanderson Farias, eu e  Andréia Pit, Turismóloga da Secretaria de Turismo de Vassouras
Lilian  Azevedo, do blog Uma Senhora Viagem, o Secretário de Turismo de Vassouras, Wanderson Farias, eu e
Andréia Pit, Turismóloga da Secretaria de Turismo de Vassouras


A Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Vassouras começou a ser construída em 1828, por Custódio Ferreira Leite, o Barão da Aiuruoca, que passou por um naufrágio e fez a promessa que se ele sobrevivesse construiria sete igrejas. Acabou construindo 13 igrejas historicamente comprovadas.

Um dos primeiros abolicionistas de Vassouras foi Sebastião Lacerda, pai de Maurício de Lacerda, que foi prefeito de Vassouras, e de Carlos Lacerda, que foi Governador da Guanabara na década de 1960.

Não deixem de olhar a Casa das 14 janelas, que pertenceu a João Evangelista Teixeira Leite e, depois, a Horácio de Carvalho, primeiro marido da dona Lily Marinho (antes de ser Marinho era Lily de Carvalho).

Também recomendo observar as árvores centenárias que ficam na parte de cima da praça, ao lado da igreja. Lá tem Ficus Indiana, árvore sagrada na Índia, desde os tempos de Buda, por ser centro de centralização de energia. Abracem-na e façam os seus pedidos.


3- Fazendas Históricas 

A fazenda São Roque data de 1703, uma das mais antigas do Vale. Viveu o esplendor da época de ouro do café e é uma das propriedades mais bem localizadas. É banhada pelo Rio Paraíba do Sul e a antiga ferrovia, que hoje só carrega minério, porque o ramal de Jacutinga foi desativado na década de 70.



A fazenda São Roque data de 1703, uma das mais antigas do Vale do Café, Vassouras
A fazenda São Roque data de 1703, uma das mais antigas do Vale do Café, Vassouras


Logo na entrada, encontramos a sala de música, sala de festa onde aconteciam os belos saraus. Nas famílias de grande monarquistas imperiais, as fotos da família ficavam logo na entrada para atestar sua riqueza, o que era muito comum no século XIX.

A igreja tinha o poder político, econômico e social nessa época. 



Fazenda São Roque, Vale do Café, Vassouras
Fazenda São Roque, Vale do Café, Vassouras

O leque abanava os calores e os fedores, uma vez que o banho não era como os dias de hoje. O acessório era também uma influência cultural europeia e servia para sinalizar os encontros furtivos da época, por meio de vários códigos.

Devido ao poderio que o café trouxe para o Vale, Vassouras foi palco de ópera no Brasil. Os barões de Vassouras traziam as caravanas da Europa na época. Foram três teatros muito atuantes que primeiro se apresentavam em Vassouras e depois no resto do Brasil.



Fazenda São Roque, Vale do Café, Vassouras
Fazenda São Roque, Vale do Café, Vassouras


Vassouras e Valença eram as principais cidades do Vale do Ciclo do Café. Era o comando da produção cafeeira no século XIX. 

O Barão de Vassouras era um homem riquíssimo e poderosíssimo, o irmão dele, Joaquim José Teixeira Leite, foi um comissário do café (compra, venda e exportação do produto e não cultivo). A saca de café que saía do Vale sem a marca dos Teixeira Leite perdia valor no centro do Rio, tamanha importância e poder que a família tinha. 

O Brasil foi um dos maiores exportadores de café, graças a Vassouras e toda essa região do vale, no século XIX. É conhecida mundialmente como a "princesinha do café" ou terra dos barões, por  já ter tido 27 barões. O café começa a declinar na década de 70/80.


Fazenda São Roque, Vale do Café, Vassouras
Fazenda São Roque, Vale do Café, Vassouras


4- Arquitetura 

Vassouras já foi uma cidade fundamental para a economia do Estado e do país, com o ciclo do café, e transformou os barões do café, homens essencialmente sem grandes costumes e etiqueta, em ricos fazendeiros. Esse fato contribuiu para a riqueza arquitetônica da região. 



Centro de Vassouras e sua rica arquitetura
Centro de Vassouras e sua rica arquitetura


Tanto o Centro de Vassouras, como as fazendas de café, conforme já mostrei, remetem ao neoclássico, um estilo que os ricos fazendeiros faziam questão de copiar e adaptar da capital, então o Rio de Janeiro.

Não bastava a bela praça, com traços e características trazidas da Europa. Os barões da época ainda disputavam para ver quem construiria o casarão ou fazenda mais luxuosa.

Tudo isso resultou em grande herança arquitetônica, e se você, além dos motivos já citados, procurar mais algum para visitar Vassouras, acho que a riqueza arquitetônica da cidade poderá te surpreender.


5- Museu Casa da Hera


O Museu Casa da Hera, atualmente administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM, órgão do Ministério da Cultura, pertenceu a Joaquim José Teixeira Leite (1812-1872), um dos mais importantes comissários de café da região e filho do barão de Itambé. 



Museu Casa da Hera
Museu Casa da Hera


A última proprietária foi a filha de Joaquim José Teixeira Leite, a investidora financeira Eufrásia Teixeira Leite, que logo depois da morte dos pais, em 1873, mudou-se com sua irmã para Paris. Eufrásia retornou ao Brasil na década de 1920, e ao falecer, em 1930, deixou a maior parte de seus bens como herança para entidades filantrópicas de Vassouras. 

Eufrásia foi um mulher à frente do seu tempo, sendo a primeira mulher a operar numa bolsa de valores. Ela triplicou a fortuna da família. Teve um relacionamento com Joaquim Nabuco, mas nunca se casou. Morou um tempo no Rio de Janeiro, na Ladeira da Glória e passava temporadas em Vassouras.

Uma das cláusulas do testamento de Eufrásia Teixeira Leite dizia: "conservar a Chácara da Hera com tudo que nela existisse no mesmo estado de conservação, não podendo ocupar ou permitir que fosse ocupada por outros". A casa e as terras da chácara foram herdadas pelo Instituto das Irmãs Missionárias do Sagrado Coração de Jesus.

A casa era preservada por empregados, desde 1873, quando ela foi embora para França e libertou seus escravizados, deixando Manoel da Silva Rebello como seu caseiro. Foi ele o responsável por plantar hera na casa, tendo explicado em carta para Eufrásia que havia uma planta que resistiria ao tempo. 


6-  Andréia Pit - mais do que uma guia turística, um patrimônio de Vassouras


Uma das maiores riquezas de Vassouras é, sem dúvida, Andréia Pit, que com seu conhecimento e sua poesia, nos cativou e fez com que eu me apaixonasse por ela e por Vassouras.

Ela mesma faz as suas roupas, inspirada no vestuário da época. Faz também oficina de turbante, ensinando o significado das amarrações (cada forma como é amarrado diz muita coisa). Na África, cada amarração diz de qual nação a pessoa vem, se é casada ou solteira, a importância dentro daquela tribo. Na África, o turbante serve para proteger a cabeça, um elo de ligação com o divino. Tem toda uma conotação social quanto religiosa. 

Aqui no Brasil já é diferente, é livre de muitas coisas. Mas, por força da ancestralidade, histórica e cultural, como elevação da mulher negra e afro-brasileira, empoderamento, são vários outros significados.

Quase todos os dados históricos e informações contidas nesse post foram fornecidas pela Pit. Ela é Guia de Turismo e Turismóloga da Secretaria de Turismo de Vassouras. Ter a sua companhia nessa experiência fez toda a diferença, ela tem muito conhecimento e é dona de um carisma e simpatia únicos.
Telefone para contato: (24) 99239-9382.

Andréia Pit, melhor guia e turismóloga de Vassouras
Andréia Pit, melhor guia e turismóloga de Vassouras


7- Hospedagem 

Veja aqui o hotel que ficamos durante nossa viagem a Vassouras: Hotel Santa Amália.

O hotel tem uma arquitetura e uma decoração que remetem a antigas fazendas.

O Hotel Santa Amélia, em funcionamento desde 1969, já foi sede de um convento, o Sacre Coer de Marie.

Tem uma excelente localização, e eu super recomendo a experiência.



Hotel Santa Amália
Hotel Santa Amália


8- Gastronomia (post em breve)




9- Estação Ferroviária


A estação, fechada em 1970, com a supressão desse trecho do ramal, era o ponto de chegada e partida dos barões do café deste 1914, ano de sua inauguração. 


Antiga estação ferroviária de Vassouras
Antiga estação ferroviária de Vassouras


A estação foi inaugurada pelo presidente Marechal Hermes da Fonseca. Durante 56 anos, o trem foi o principal meio de transporte entre a região e o Rio de Janeiro. Há informações de que o último trem de passageiros deixou a estação em 30 de novembro de 1970. 




Antiga estação ferroviária de Vassouras
Antiga estação ferroviária de Vassouras


Com o fim da ferrovia, a Estação de Vassouras, no centro histórico da cidade, ficou abandonada até ser comprada pela Fundação Educacional Severino Sombra, que doou espaços para o memorial e para o centro de visitantes. O pequeno museu exibe peças dos trens, equipamentos usados pelos ferroviários, fotografias antigas, um importante acervo sobre a época do Vale do Café.





Museu na antiga estação ferroviária de Vassouras
Museu na antiga estação ferroviária de Vassouras


10- Uaná Etê 

Todo esse passeio aconteceu porque fui convidada para a segunda edição da Festa das Luzes do Jardim Ecológico Cultural Uaná Etê, que significa multidão de vaga-lume, um fenômeno que acontece no meio da mata, geralmente na primavera e no verão. O jardim foi construído pela Cristina Braga, uma grande harpista e figura muito importante para a música brasileira.

Confira mais sobre a Festa das Luzes aqui.

Conheça um pouco do Jardim Ecológico Cultural Uaná Etê:

Subindo o parque você vai encontrando os platôs, cada um com um atrativo permanente.
Tem o Jardim Cachoeirinha onde acontecem muitos casamentos. Tem um orquidário, cujo patrono é o cantor Lenine, que deu várias orquídeas para Cristina. Tem o Bistrô das Bromélias. Tem uma Eco hospedagem, uma hospedagem de luxo dentro do parque, com quarto de vidro. Todas as instalações ficam de frente para o lugar onde o sol nasce, porque estão sempre relacionadas à energia do sol.

Solar, uma casa com uma suíte de luxo em cima e dois quartos embaixo, não é uma pousada, mas pode se hospedar.

Alameda do auto conhecimento.

Cassia Brasil foi a primeira professora de harpa da Cristina.

Bela Vista, a primeira ala mais alta, onde tem a escadaria das nuvens, com a sensação que você está subindo para o céu.

Tem o platô do Planetário.

O projeto das Festa das Luzes do jardim é de Cristina Braga e de Paulinho Medeiros, um grande e premiado iluminador cenográfico, que já tocou com grandes nomes da música brasileira. A ideia é ter a iluminação interagindo com a Natureza, e da relação do Homem com a Natureza.  A Festa das Luzes começa no solstício de inverno, quando todos os seres da Natureza se fecham e hibernam. Ao vivenciar esse processo, você precisa buscar a luz e, especialmente, a sua luz interior. E esse é o propósito da festa: a busca pela luz interior de cada um. Este ano o tema foi a infância, com balanço, pula-pula e escorrega, também para adultos, para que todos pudessem buscar a criança, a pureza e inocência necessária que existe dentro de cada um.


Jardim Ecológico Cultural Uaná Etê
Jardim Ecológico Cultural Uaná Etê

Agora você já tem os 10 motivos para visitar Vassouras


10 motivos para visitar Vassouras
10 motivos para visitar Vassouras


A lista de agradecimentos para que essa ação fosse realizada é imensa:

Luciana De Lamare, do SeTur-RJ/TurisRio, que me apresentou a Ana Terra.
Ana Terra Ruiz que carinhosamente nos recebeu em Uaná. Nosso muito obrigada por nos apresentar esse jardim maravilhoso e nos proporcionar essa incrível experiência.
Hotel Santa Amália, pela hospedagem.
Cristiano Nogueira, do SeTur-RJ/TurisRio, que me apresentou ao José Junior.
José Junior, da Secretaria de Vassouras, que gentilmente nos apresentou a Andréia Pit e ao Rodrigo.
Andréia Pit, não poderíamos ter melhor guia nessa experiência. Te amamos para sempre!
Rodrigo Arruda, por ficar com a gente o tempo todo e nos proporcionar tantas risadas.

Minha companheira, Lilian Azevedo, do blog Uma Senhora Viagem, obrigada por embarcar comigo nessa aventura inesquecível. Deixo aqui o link com a ótica da Lilian sobre a nossa viagem a Vassouras e ao Jardim Uaná Ete: O que fazer em Vassouras no Vale do Café.




Vassouras - 10 motivos para visitar a cidade
Vassouras - 10 motivos para visitar a cidade



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Você sabe o que significa @Uaná? Multidão de vaga-lumes Se você, assim como eu, nunca tinha ouvido falar nesse lugar magnífico, você precisa corrigir essa falha e o mais rápido possível. Idealizado pela harpista Cristina Braga e seu marido também músico, Ricardo Medeiros, o jardim @uanaete está realizando a segunda edição da Festa das Luzes da Mata Atlântica, até o dia 14 de julho. Um espetáculo de luz, arte e música. IMPERDÍVEL!!!! Semana que vem tem Zeca Baleiro. Convites com Ana Terra através do telefone +55 24 98146-9032 #oliviagarimpandoporai #blog #trip #ferias #sourbbv #RiodeJaneiro #rj #brasil #errejota #travel #blogdeviagem #dicas #viajoteam #dicasdeviagem #travelblogger #riounico #amoviajar #meudomviajante #viagem #turismo #viagensincriveis #instatravel #viagemeturismo #amoviajar #viagensimperdiveis #wanderlust #turistando #viagenseturismo #tour ##eskatumifl
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Um comentário

  1. Adorei conhecer Vassouras na sua companhia,nos divertimos e aprendemos. Achei uma ótima opção de viagem de fim de semana.E tenho pensado em voltar para um fds maior. Os passeios com Andreia Pit acrescentaram bastante. Beijocas

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