O Mercado do Turismo Pós-Pandemia


Nova Iorque ou New York, a cidade que nunca para, parou
Nova Iorque ou New York, a cidade que nunca para, parou


Pensando sobre o mercado do turismo pós-pandemia, esse post produzido em parceria com Marta Paes, autora do Quem Coruja, minha amiga e sócia em vários projetos, tem como objetivo trazer algumas discussões e soluções propostas pelo mercado. Ela, casada e mãe de duas crianças, adora viajar com a família nas férias. Eu, divorciada, blogueira de viagem e influenciadora, costumo viajar sozinha, fazendo e encontrando amigos mundo a fora. Neste momento, nenhuma de nós sabe quando isso será possível novamente.


Meu projeto para 2020 era me tornar nômade digital. A ideia era viver em diferentes lugares, num período superior aos que normalmente fico durante uma viagem de férias ou para produção de um post para o blog. Marta, já estava com as férias de julho planejadas com a família. Planos adiados. Mas para quando?


Apesar da frustração de não poder viajar, que é uma das coisas que mais amo fazer, tenho conseguido aproveitar o isolamento forçado (e necessário) com muito aprendizado. Mais do que querer conhecer novos lugares e culturas, tenho me interessado em saber como posso contribuir para que esses lugares e culturas sejam preservados. Marta também não pode planejar a próxima viagem em família, mas embarcou comigo nesta procura por novos caminhos que sejam realmente possíveis para o turismo.


Como deverá ser o Turismo Pós-Pandemia?



Instintivamente ou intuitivamente, estou há algum tempo num caminho diferente da maioria das pessoas que conheço. Adoro viajar, mas me incomodo com a poluição causada pela malha aérea. Em todas as minhas viagens para a Europa, usei trem e ônibus para me deslocar de um país para outro. Na minha viagem pela Ásia, visitei Tailândia, Laos e Camboja, indo de um para outro sempre por via terrestre (só cheguei e sai de avião por Bangkok).


Outro hábito que cultivo é de viajar com pouca bagagem. Antes, era só para evitar transtorno de extravio ou de carregar o peso da mala por toda a viagem. Agora é também por princípio, já que quanto mais peso mais combustível é gasto... Será não teríamos todos de repensar, sair do campo do "eu" e pensar no coletivo, em todo o Planeta?


Por tudo isso, quero saber como contribuir cada vez mais para o turismo responsável e sustentável, comprometido com o planeta, com culturas locais, com a saúde de todos. E vou passar a publicar o que está sendo feito, repensado e esperado para o mercado do turismo pós-pandemia. Não as teorias baseadas em "achismos", mas as considerações de pessoas e entidades realmente envolvidas com o setor.


Pensando nisso tudo, conversamos com diferentes entidades do setor para nesse primeiro momento entender como as empresas estão repensando o Turismo na pós-pandemia. Hoje temos alguns países que já saíram do pico e estão reabrindo, mas muitas vezes dando alguns passos para a frente e depois voltando atrás nas decisões. e acredito que isso será realmente necessário por algum tempo.


O Turismo Pós-Pandemia segundo alguns setores do Turismo


Rio de Janeiro, um dos ícones do turismo no mundo:


Feira do Lavradio, Lapa, Rio de Janeiro
Feira do Lavradio, Lapa, Rio de Janeiro



Carlos Thiago Cesário Alvim - Polo Novo Rio Antigo


Conversamos com Thiago Alvim, presidente do Polo Novo Rio Antigo, uma das regiões mais importantes, frequentada por turistas do Brasil e do mundo, que chegam à cidade do Rio de Janeiro, criado em 2005, o Polo é um importante instrumento de revitalização do Centro Histórico da cidade do Rio de Janeiro. Reúne empresários e profissionais das áreas de cultura, lazer, gastronomia, turismo, comércio e serviço com o intuito de fortalecer o associativismo e promover o desenvolvimento das regiões da Cinelândia, Lapa, Rua do Lavradio, Praça Tiradentes e Largo de São Francisco.


Se você quiser conhecer um pouco mais sobre o Polo Novo Rio Antigo, confere aqui: https://www.oliviagarimpandoporai.com/2018/09/voce-conhece-a-historia-da-associacao-polo-novo-rio-antigo.html


Para Thiago Alvim, presidente do Polo Novo Rio Antigo, a retomada do setor de turismo se dará aos poucos, num movimento de dentro para fora, assim como eu imagino e proponho.


- Provavelmente, vai ser um turismo mais próximo no começo, daquelas pessoas que moram a 400 ou 500 Km do Rio. Numa segunda fase, turistas nacionais, vindos de outros estados brasileiros. Acredito que o turista internacional volte daqui a três ou quatro meses - avalia Thiago Alvim.


As medidas de higiene e todos os cuidados necessários para evitar o contágio de Covid-19 serão, segundo Thiago Alvim, muito importantes para criar um elo de confiança junto aos clientes. Para isso, ele destaca que bares e restaurantes precisam manter o distanciamento entre as mesas, e limite de público com ocupação máxima permitida entre 30% e 50%, além da obrigatoriedade de uso de álcool em gel e lavagem das mãos com frequência. Outras medidas que ele também acredita serem incorporadas são a higiene de solados e a medição de temperatura para liberar a entrada nos lugares.


Saindo um pouco do Rio de Janeiro, fomos conversar também com representantes do turismo em outros Estados:


Leonardo Seabra, Head de BI da Emprotur (Empresa Potiguar de Promoção Turística)

Os cuidados redobrados com a higiene também serão determinantes para uma retomada segura do turismo na visão de Leonardo Seabra, responsável pela promoção e fomento do turismo para o Rio Grande do Norte.


- Não gosto de investir muito na futurologia. O comportamento humano não é preciso como de outras variáveis e tudo depende de como as pessoas respondem. O que imagino é que haverão muitos protocolos de saúde a serem cumpridos durante toda experiência de viagem, desde o embarque no ponto de origem, a chegada, ao check-in no hotel, entrada nos atrativos. E como a experiência com as regras impostas pela segurança anti-terror mostrou, nós nos acostumamos. É uma mudança impositiva de certa forma - diz Leonardo, que acredita numa mudança de hábitos - Pela nossa experiência aqui e pelo que tenho observado em cidades, estados e até outros países, todos estão desenvolvendo protocolos sanitários para garantir a segurança e de uma forma que seja viável. Nesse cenário a adoção de tecnologias que diminuam o máximo possível de contato vai ser fundamental, como meios de pagamento contacless, check-in online, apps de roteirização que permitam o tracking do visitante para cruzamento de dados do sistema de saúde.


Para Leonardo, a recuperação do turismo passa pelo fortalecimento contra futuras crises, com desenvolvimento de produtos e serviços visando mais qualidade do que quantidade:


- Aquele modelo vigente até meses atrás já estava próximo de um colapso. Precisamos pensar em qualidade e capacidade de carga, em conexão real com o genius loci dos destinos, em respeito ao meio ambiente e a população autóctone. O Turismo precisa cair na real que não é uma atividade inofensiva. Pelo contrário, tem alto potencial para causar danos no tecido social e no meio-ambiente


O turismo ecológico, segundo ele, seria um exemplo de algo bom tanto para o mercado quanto para o planeta. Ainda assim, não considera algo fácil de ser promovido em pouco tempo.


- Temos aí uma janela de oportunidade para repensar todo modelo de turismo. Eu gostaria que sim, que servisse para colocarmos em prática nossas ambições de um turismo que preserve e respeite o planeta. Há pesquisas que indicam que as pessoas irão buscar lugares ao ar livre, natureza, etc. No entanto, isso não implica em preocupação com aspectos de proteção ambiental, sustentabilidade, etc. É um foco que continua sendo no "produto" que vai ser consumido. Essa iniciativa precisa partir do lado da oferta. Ademais, a história já mostrou em outras crises que na verdade o efeito é o inverso do desejado. A cada crise, emitimos mais CO2 que no período anterior a ela. Portanto, acho difícil que essa mudança de pensamento se dê em tão curto prazo - avalia.


Mesmo que ninguém saiba ao certo o que será do turismo pós-pandemia, é fácil concordar de que será diferente e deverá mesmo se esforçar para fazer diferença.


Não poderia faltar uma conversa com operadoras de turismo:


Jussara Kauffmann, da SoulTraveler


Com seis unidades no Brasil, a SoulTraveler começou apenas na América do Sul e hoje opera em qualquer lugar do mundo: http://soultraveler.com.br/


- Acho (e espero) que cada vez mais as pessoas vão querer saber se aquele passeio é sustentável, se o hotel tem políticas verdes etc. O overtourism é um problema em muitas cidades, que agora terão a chance de reiniciar praticamente do zero. Também acho que o turista cada vez mais se preocupa se o passeio que ele faz reverte positivamente para a comunidade local que ele está visitando, gerando renda, capacitação etc - diz Jussara Kauffmann, agente de viagem na SoulTraveler. 

Jussara entende que o turismo deve ser um dos últimos setores a se recuperar de toda a crise gerada pela pandemia de Covid-19, mas acredita na readaptação aos novos tempos.

- Definitivamente, hotéis, atrações, museus e etc. terão q seguir novos protocolos de higiene e receber menos pessoas. O foco agora é a higiene e reduzir o número de pessoas por vez. Na Itália, por exemplo, o meu receptivo cancelou todas as saídas de grupos até o fim do ano pois, com os novos protocolos exigidos, fica impossível operar uma excursão com muitas pessoas. Até mesmo um city tour não poderá operar em ônibus, apenas em van - conta Jussara, que também acredita que a retomada será feita por meio do turismo mais local. - Acho que no primeiro momento o caminho vai ser esse. As pessoas vão se deslocar a menores distâncias de carro e até explorar pontos turísticos da cidade em que moram. Recentemente, completei meu curso de guia local no Rio de Janeiro e posso afirmar que, pelo menos no Rio, a pessoa pode passar todos os fins de semana do ano conhecendo atrações diferentes.


E como fica o mercado das companhias aéreas?


Companhias aéreas e a pandemia do Coronavírus, como ficam?
Companhias aéreas e a pandemia do Coronavírus, como ficam?


Eduardo Sanovicz - Presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR)


"Turistar" mais perto de onde se reside parece mesmo ser um caminho esperado pelo setor. E é uma das apostas de Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR).


- Viagens curtas são exatamente a forma inicial de se retomar a economia local por meio do Turismo. A segunda maneira bastante importante é procurar eventos que tragam pessoas desse entorno de duas horas e meia a três horas de cada destino. Eventos que podem ser tanto culturais, quanto associativos, técnicos e profissionais, fazendo com que as pessoas venham para os destinos e possam comprar, impactando o comércio, visitar recursos naturais, usufruir recursos culturais, possam se alimentar na gastronomia local. Mas nesse primeiro momento, mesmo a lazer ou a evento e trabalho, reafirmo que isso tudo vai se dar no entorno de duas horas e meia ou até três horas de carro ou de voo.


O turismo ecológico também é visto com bons olhos por Eduardo Sanovicz.


- O Turismo Ecológico pode se beneficiar de maneira bastante forte e grande. Creio que você estando em contato com a natureza e se afastando dos destinos cotidianos e da vida urbana, principalmente se estiver acompanhado, estabelecerá uma outra forma de encarar a vida cotidiana nesse novo momento pós-pandemia. Eu acredito que vamos procurar de uma maneira muito forte um retorno a ambientes onde tenha menos consumo e impactos ambientais. Portanto, o Turismo Ecológico é um dos setores que tende a crescer no pós-crise - avalia.


Mas a mudança mais significativa no turismo pós-pandemia, de acordo com o presidente da ABEAR, será a relação das pessoas com o tempo.


- Como uma parte importante da humanidade tem, agora, um sentimento de que tudo está parado e sendo revisto, a hora que voltarmos a viajar e desfrutar de destinos, seja por atrativos de natureza ou culturais, creio que vamos procurar enriquecer muito mais a forma pela qual nós vamos desfrutar cada um desses destinos. Por exemplo, esses pacotes onde você passa rápido por muitos lugares tendem a diminuir a favor de lugares que você pare mais, desfrute e se aprofunde mais, a fim de levar dali uma lembrança, uma memória importante - afirma.


No que diz respeito especificamente ao setor de aéreas, Eduardo explica como estão sendo cumpridas as demandas que o novo cenário exige.


- A aviação construiu um protocolo de segurança sanitária, sob orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que prevê um conjunto de procedimentos desde o momento em que as pessoas chegam no aeroporto até o desembarque. São medidas como o uso de máscara o tempo todo, ingresso no aeroporto só de quem vai viajar, check-in quase que de auto serviço, sem que você troque documentos e papéis com outra pessoa, o próprio despacho de sua bagagem, distanciamento social na fila, uso de máscara a bordo, filtro nas aeronaves que renova 99,7% do ar da cabine de passageiros a cada três minutos ligado o tempo todo, gerando um ambiente super seguro, restrição do serviço de bordo e mudança de procedimentos. Dessa forma, estamos procurando agora comunicar o público como esse procedimento se dá para que pessoas sintam segurança ao retomar a atividade de voar.


Apesar de todos os esforços, necessários e válidos, para a retomada do setor, Eduardo Sanovicz acredita que o momento pede certa resiliência.


- Todos nós estamos trabalhando nas várias pontas e partes que compõem a cadeia produtiva do Turismo. Temos que buscar energia aonde algumas vezes ela não existe mais para manter a operação funcionando, para manter os serviços e as pessoas, para rever uma série de costuras e projetos a fim de que a gente possa entregar um produto e um serviço de qualidade ao longo da crise, principalmente após ela. Reinvenção, ressignificação, readaptação são táticas e partes, são os instrumentos que utilizamos para a construção de um modelo de produto que se adapte ao processo de trabalho e, principalmente, às possibilidades que as pessoas trazem na alma quanto a consumir com segurança após a pandemia. Tudo isso vale para o Turismo, mas eu seria um pouco mais generoso em relação às palavras-chave: tudo o que agora nos levar à reflexão e revisão, sem nenhum tipo de preconceito, cabe no nosso cenário, especialmente compreender o quanto as pessoas estão cansadas e precisam de ambientes e propostas que as confortem. A busca pelo conforto é o grande objetivo para todo mundo neste momento.


Conversamos também com o setor de hotelaria

Selina Lapa no Rio de Janeiro
Selina Lapa no Rio de Janeiro


Giuliana Fonseca - Diretora Comercial da rede Selina no Brasil


Da mesma forma que o setor de transporte, o de hotelaria também precisará oferecer ainda mais serviços de qualidade no que diz respeito à limpeza e cuidados de higiene para os hóspedes, segundo Giuliana Fonseca, que ainda destaca a importância disso para ter a confiança do cliente:


- Neste momento de medo é importante mostrar todas as medidas de limpeza e segurança que estão sendo feitas para evitar o contágio. Nós, na Selina, criamos novos protocolos de higienização, além de fecharmos um contrato com a Ecolab, líder mundial em produtos de limpeza. Revimos nossos processos de check-in, checkout, uso das áreas comuns, reduzimos a ocupação de nossos espaços de Cowork e quartos compartilhados, e obviamente, a importância de ouvir nossos hóspedes e estarmos prontos para ajudá-los com o que precisarem.


Giuliana também considera importante a promoção do turismo local. 

 
- O momento que vivemos foi muito difícil e doloroso para o Brasil, e as pessoas precisam primeiramente se sentir seguras em voltar a sair de casa. Muitas pessoas podem querer conhecer o lugar em que vivem, ser turistas na própria cidade: curtir um day-use na piscina de um hotel bacana, fazer uma massagem num spa diferente, se hospedar em um hotel com um rooftop com uma vista bacana da cidade, e estas campanhas ajudam nesta divulgação, principalmente se mostrarem como estamos nos preparando para receber estes visitantes - diz Giuliana, para quem todos os setores relacionados ao turismo precisam estar ainda mais alinhados na pós-pandemia. - O turismo irá se reerguer e há diversas formas de se reinventar e se adaptar às mudanças que vêm pela frente, com criatividade e resiliência. Acho também que outra palavra do momento, e que não podemos deixar de lado, é colaboração. Entender como cada hotel, hostel, ou empresa pode ajudar a impulsionar o comércio local, trazendo benefícios para mais pessoas e empresas. Pensar em parcerias, ativações e formas de contribuir para a comunidade da qual faz parte.

Conheça algumas campanhas realizadas pela Rede Selina no Brasil: Campanhas Selina Brasil durante a pandemia


E o trabalho na promoção do Turismo continua, conversamos, claro, com um dos nossos afiliados


Paulo Zamboni - CEO e cofundador dos sites Seguros Promo e Passagens Promo, marcas da empresa 2XT Tecnologia.


A recuperação do setor de turismo também passa pela confiança no potencial do mercado. E é assim que Paulo Zamboni, CEO da Seguros Promo e Passagens Promo, vem norteando seu trabalho: 


- O turismo pós-pandemia contará com protocolos de segurança e saúde muito mais rigorosos. Nos aeroportos, por exemplo, já houve a instalação de adesivos de sinalização e orientação; além de avisos em áudio e vídeo nos sistemas de som e painéis de voos, e cartazes pelos terminais. Também já houve a redução do número de viajantes nos voos, sendo que as cias aéreas devem alocar os passageiros de maneira em que fiquem distantes uns dos outros.No que tange os destinos, vemos cidades recebendo o selo de Viagem Segura, em virtude das ações realizadas ao combate do covid-19. Esse selo tem o respaldo da OMT e de mais de 200 CEOs das principais empresas de Turismo do mundo e mostra que tais locais já estão preparados para receber turistas. As empresas devem ficar mais atentas quanto a segurança nos meios de transportes, hotéis, restaurantes, entre outros.


Para Zamboni, não é preciso cancelar, apenas adiar as viagens.


- Vivemos uma onda de cancelamentos neste setor, mas optar pelo crédito junto à empresa já é de grande ajuda. Além disso, planejar as suas viagens comprando passagens de avião e seguro viagem no Passagens Promo e no Seguros Promo com antecedência é um dos melhores caminhos. Estamos oferecendo muitas promoções de passagens aéreas e seguro viagem. O Passagens Promo e o Seguros Promo, por exemplo, possuem preços incríveis - afirma Zamboni, otimista com o reaquecimento do setor. - Estamos o tempo todo nos reorganizando e nos adequando a um novo modelo de trabalho. Mas temos a certeza que a retomada do turismo como um todo está próxima. As pessoas não vão deixar de querer viajar, essa vontade só foi um pouco adiada. Por enquanto, estamos a todo o vapor no Passagens Promo e no Seguros Promo para oferecer o melhor da tecnologia e a melhor experiência aos nossos clientes, além de preços imbatíveis.


E o que fazer quando a pandemia passar, o mercado do turismo espera por você



Durante a pandemia, criamos a campanha "efeito caracol", com uma proposta que se alinha bastante com tudo que foi dito, um turismo inicialmente pela sua cidade, seu estado, seu país e, num segundo momento, viagens internacionais, que você poderá conferir nos posts abaixo:







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10 comentários

  1. Tenho pensado muito nisso também Olivia, e sim acredito e farei parte desse turismo caracol,parabéns pelo post. Ficou muito bem explicativo e interessante.

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    1. Pois é, temos que (re)pensar também na nossa responsabilidade como blogueiras e influenciadoras neste momento.
      Obrigada pela mensagem, espero que tudo passe logo e a gente consiga tirar um projeto do papel.
      beijos

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  2. Deyse Marinho de Abreu16 de junho de 2020 02:29

    Excelente texto com ótimas reflexões e ponderações. Também acredito que a retomada do turismo será lenta e gradual, por meio do Turismo doméstico,e usando e abusando do Turismo de experiência.

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    1. Achei importante saber o que as empresas estão pensando e planejando para essa retomada

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  3. Muito interessante essas reflexões dobre o mercado do turismo pós pandemia. O turismo vai ter que se reinventar em alguns aspectos, mas a paixão dos turistas sempre vai existir. Acredito que a oferta dos serviços vai ser melhor, com mais qualidade e segurança.

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  4. Adorei o post cheio de pontos de vista sobre o mercado de turismo pós pandemia. Realmente, nada será como antes. Nós mudamos profundamente. Adorei também sua abordagem da preocupação com poluição e meio ambiente. Eu também sempre carrego o minimo possível (sou capaz de passar 30 dias viajando apenas com minha mala de mão) e sou adepto preferencial dos transportes terrestres.

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    1. Acredito sinceramente que não tem mais volta, precisamos mudar e cada um de nós é responsável por essas pequenas mudanças.
      abraços

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  5. Com certeza o mercado de turismo ficou estagnado por causa dessa pandemia horrorosa que assolou o mundo. Muita coisa vai mudar, torço e espero que para melhor. Oremos, Olívia!

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